Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal. Mostrar todas as mensagens

As Bibliotecas e o Depósito Legal

Biblioteca Nacional de Portugal *foto online*
Ao tempo que ando para escrever este post, especialmente depois de visitar a Biblioteca de Braga, então encontrei um fantástico artigo de opinião no site Correio do Minho, e outras informações muito interessantes por ai perdidas na net, e aqui venho eu compilar essas informações, e dar a minha opinião pessoal sobre as bibliotecas e o Depósito Legal.

Opinião: Segredos de Lisboa | Raquel Policarpo | Inês Ribeiro

Vestígios arqueológicos surpreendentes sob as ruas da cidade
SINOPSE: Uma Lisboa desconhecida está à nossa espera num museu, num parque de estacionamento ou até numa improvável casa de banho pública no Largo da Sé. Passear pela Lisboa de hoje é caminhar sobre todo um passado desaparecido. Sob os nossos pés, debaixo de linhas de elétrico, ruas asfaltadas e túneis de metro, camadas e camadas de terra revelam histórias de quem por aqui passou, viveu e morreu. Contam momentos, eras, séculos de vivência de fenícios, romanos, muçulmanos, cristãos, uma imensidão de pessoas que nestas colinas deixou a sua marca. No Largo da Sé desça à casa de banho pública e depare-se com os vestígios de um prédio anterior ao terramoto de 1755. Na Rua da Prata, embrenhe-se nas galerias romanas e descubra o que resta do complexo subterrâneo de um antigo fórum romano. Na Igreja de Santo António, por entre portas e escadinhas, aceda ao subsolo por baixo do altar-mor, que é o local mais importante de toda a igreja, onde teve início a história do templo e do santo padroeiro de Lisboa. Inês Ribeiro e Raquel Policarpo guiam-nos por uma Lisboa repleta de segredos, através de vestígios arqueológicos que nos desvendam a cidade de outras eras e de outras gentes. Nestas páginas, alguns locais e momentos regressam à luz do dia e partilham o conhecimento de épocas e sítios que muitos desconhecem. Alguns deles desapareceram para sempre, mas outros ainda estão à espera de ser visitados.

Visita ao Espaço Eça | Leiria

Ora bem, há uns tempos que ouvi falar do "Espaço Eça", e apesar de até já lá ter passado ao pé, nunca tinha calhado lá entrar. Então lá fui eu visitar o espaço. 

↪ Esta publicação está elaborada de forma a que: primeiro mostro a foto, e imediatamente abaixo faço os meus comentários, apresentações ou elaboro algum texto relacionado com a foto. A forma de ler esta publicação (e todas as minhas outras do blog) é: Foto - Texto - Foto - Texto, ... Podem clicar em cima das fotos para as verem com mais detalhe ↩

O Terramoto de Lisboa de 1 de Novembro de 1755


Texto de Luiza Antunes, blog: 360meridianos : Era dia de Todos os Santos e a maioria dos moradores, nobres e plebeus, de uma das principais cidades católicas do mundo, se reuniam pela manhã em Igrejas, acendiam velas e rezavam. Às 9h30 da manhã, a terra começou a tremer. Tremeu tanto que destruiu 85% das construções de Lisboa. Como desgraça pouca é bobagem, alguns dos sobreviventes que estavam na zona portuária da cidade, assistiram espantados a água do mar recuar e alguns minutos mais tarde, ondas de 10 metros invadirem a Baixa. O tsunami não foi suficiente, porém, para apagar todo o fogo que tomou conta da cidade. O incêndio depois do terremoto de Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755, durou cinco dias, sem ninguém para apagar as chamas.

“E agora?”

“Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos”

A Comic Con Portugal 2018 | O almoço entre andanças

Continuando com a minha visita à Comic Con Portugal 2018, cuja primeira parte está neste post, aqui vem a segunda parte, com algumas andanças por aqui e ali e a pausa para o almoço...

↪ Esta publicação está elaborada de forma a que: primeiro mostro a foto, e imediatamente abaixo faço os meus comentários, apresentações ou elaboro algum texto relacionado com a foto. A forma de ler esta publicação (e todas as minhas outras do blog) é: Foto - Texto - Foto - Texto, ... Podem clicar em cima das fotos para as verem com mais detalhe ↩

Um blog entre... As ruas das Caldas da Rainha | Da Praça da Fruta ao Terminal Rodoviário

Visita a 06 de Outubro de 2018

Já leram a primeira parte deste meio passeio pelas ruas das Caldas da Rainha? Vamos então à segunda parte.

↪ Esta publicação está elaborada de forma a que: primeiro mostro a foto, e imediatamente abaixo faço os meus comentários, apresentações ou elaboro algum texto relacionado com a foto. A forma de ler esta publicação (e todas as minhas outras do blog) é: Foto - Texto - Foto - Texto, ... Podem clicar em cima das fotos para as verem maiores, com mais detalhe ↩

Um blog entre... As ruas das Caldas da Rainha | Do Terminal Rodoviário à Praça da Fruta

Visita a 06 de Outubro de 2018

Desde que o FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos - Óbidos Vila Literária) foi criado, que sempre tive imensa vontade em ir, mas até agora não tinha surgido a oportunidade...

↪ Esta publicação está elaborada de forma a que: primeiro mostro a foto, e imediatamente abaixo faço os meus comentários, apresentações ou elaboro algum texto relacionado com a foto. A forma de ler esta publicação (e todas as minhas outras do blog) é: Foto - Texto - Foto - Texto, ... Podem clicar em cima das fotos para as verem maiores, com mais detalhe ↩

Cantar as Janeiras - Origem

O epílogo do ciclo festivo do Natal dá-se com a festa dos Reis que, segundo a Bíblia Sagrada, seriam Gaspar, Baltazar e Belchior, e que vieram do Oriente adorar o Messias, a quem ofereceram ouro, incenso e mirra, guiados pela luz de uma estrela até à gruta de Belém.

As Janeiras são também cantigas de boas-festas ao Menino Jesus e decorrem entre o Natal e os Reis. 
Não é fácil determinar a origem deste costume que leva grupos de músicos e cantores a percorrerem lugar após lugar, habitação após habitação, e a todos saudar com votos de prosperidade para o ano que se inicia. Janeiro, cujo nome provém do deus Jano, foi acrescentado ao calendário por Numa Pompílio, sucessor de Rómulo, personagem histórico-mítico que, segundo Plutarco, teria fundado Roma em 753 a.C. As Janeiras surgem, pois, associadas a Janeiro, o mês que abre o ano. Jano ocupava um lugar muito importante na mitologia romana: o deus tutelar de todos os começos, rege tudo o que regressa ou que se fecha, é o patrono de todos os finais. 

Por tudo isto recebeu dos Romanos duas designações: Jano Patulcius - “aquele que abre”- e Jano Clusius- “aquele que encerra”-. Jano era invocado para afastar das casas os espíritos funestos e não podia deixar de ser invocado no mês de Janeiro.Em sua honra aproveitariam os romanos para se saudarem uns aos outros.

Tudo indica que as janeiras tenham origem nesses cultos pagãos, que o cristianismo não conseguiu apagar.

Em Portugal, cantar as Janeiras, é uma tradição que consiste na reunião de grupos que, cantando de porta em porta, desejam às pessoas um feliz ano novo.

Origem do Dia dos Reis


O Dia de Reis, que hoje se assinala, está associado ao bolo-rei e ao "cantar das janeiras" e põe fim às festividades de Natal e Ano Novo, tendo origem na Bíblia, o livro sagrado da Igreja Católica.

A bíblia não faz referência a "reis" mas a magos e também não diz quem eram, mas o tempo encarregou-se de afiançar que eram Belchior, Gaspar e Baltazar, que nalgumas culturas têm a mesma representatividade do que o "pai Natal", sendo as renas substituídas pelos camelos, nos quais os tais magos, diz a tradição, iriam montados.

O dia de Reis tem origem numa celebração religiosa baseada no relato contando que três Reis foram guiados por uma estrela para o local de nascimento de um novo Rei, destinado a mudar o mundo, e então dirigem-se a esse local com oferendas. Melchior levou ouro como reconhecimento de realeza do recém-nascido, considerando como um Rei, Gaspar oferece incenso como reconhecimento de divindade, achando-o um Deus, e Baltasar em reconhecimento da sua humanidade, e que representava simbolicamente a imortalidade, oferece-lhe mirra e considera-o como um Profeta. Este ato vem transformar Jesus num Rei, que sofre as vicissitudes conhecidas sendo realmente um rei do sofrimento, sendo que a cora final que lhe é colocada não é uma tradicional em ouro e símbolo do poder, mas uma cora de espinhos e de humilhação. Certo que a vida de Jesus deu origem a uma nova religião que rapidamente se propagou e foi perseguida e mais tarde valorizada e aproveitada. Os caminhos da Igreja com assunção do poder temporal só foram possíveis pela força e, naturalmente, pelas mentalidades da época.

Em alguns locais de Espanha deixam-se sapatos na janela durante a noite com erva para alimentar os camelos dos reis, um gesto premiado com doces no amanhecer de hoje. 

Texto retirado de:

Opinião: O Guia do Xenófobo – Os Portugueses | Matthew Hancock

SINOPSE: O que faz dos Portugueses Portugueses? Os livros da colecção «O Guia do Xenófobo» venderam mais de 3 milhões de exemplares no mundo. Recorrendo ao humor e a uma escrita inteligente e concisa, constituem uma leitura divertida e interessante sobre os hábitos e peculiaridades de uma nação."O Guia do Xenófobo – Os Portugueses" aborda diferentes temas sobre Portugal: o que se come, as obsessões, a família, as maneiras, a saúde, a actividade profissional, o que o povo pensa de si próprio, ou melhor, o que o autor considera que os Portugueses pensam de si próprios…No meio de tudo o que havia para falar, o autor não esquece a condução que por cá se pratica, senão vejamos: «Viajar nas estradas portuguesas é conhecer a crua combinação de perigo e excitação sentidos pelos antigos navegadores, e estar atrás do volante de um carro é o maior de todos os desafios aos nervos».

Bandeira de Portugal: Mitos e Factos


A Bandeira de Portugal é um dos Símbolos da Nação que legalmente se chama "República Portuguesa". Por Portugal ser uma Nação quase milenar e por ser um dos Símbolos Nacionais a par do Hino e da Língua, é natural que esteja envolta em alguns Mitos e Lendas. No entanto, irei trazer a realidade dos factos neste Artigo.

Introdução
A História da Bandeira Portuguesa começa com a História da nossa própria Nação, ou seja, com a História do nosso primeiro Rei, D. Afonso Henriques. Ao contrário do que a mitologia indica, D. Afonso Henriques tinha uma relação fantástica com a Mãe por ser a responsável pela sua sobrevivência depois da morte precoce de seu Pai, D. Henrique de Borgonha em Artorga, Reino de Leão.

Nos costumes cristãos da época, quando uma mulher ficava viúva, teria que contrair matrimónio com alguém da sua própria família visto que "bom filho à casa sempre retorna". O único 'solteirão' da família era o tio de D. Teresa que tinha fama de maltratar mulheres. Como D. Afonso detestava o tio-avô e como não queria que a sua mãe fosse sua mulher, D. Afonso fez de tudo para a livrar de tal tortura. Deste modo, nasceu o Reino de Portugal, ou seja, retirando a vassalagem de D. Teresa à Casa de Jiménez e ao Reino de Leão e transitando-a para a Santa Sé e para Deus, D. Teresa já não teria que casar com o tio.

Na célebre Batalha de São Mamede, D. Afonso Henriques e sua Mãe defrontaram em conjunto as tropas da Casa de Jiménez. Como gratidão, D. Afonso nomeia a própria Mãe como Primeira Rainha de Portugal que seria sucedida por D. Mafalda de Saboia. Naturalmente que a Independência de Portugal teve de ser paga ao Papado. O custo da Independência foi de 30 onças de ouro que foram pagas em 6 tranches de 5 onças cada, sendo que as 2 primeiras foram pagas em simultâneo.

Bandeira de Portugal

Portugal - 10 de Julho de 2016

Obrigada Portugal, a todos os portugueses, que o são de nascença, que o são de coração que o são de alma, que o são com a vida. Todos os portugueses que são o orgulho de Portugal ou que fazem e lutam por o ser, seja profissional ou pessoalmente, a todos os portugueses que fazem de Portugal grande, carregam Portugal com orgulho no coração, que mostram ao mundo o que somos e o que valemos... O que fomos, o que somos e o que seremos... Obrigada a TODOS!

Opinião: Atalhos de Portugal | Rui Cardoso

SINOPSE: Itinerários secundários. Estradas menos congestionadas. Como fugir ao transito e pagar menos portagens.

Dia de São Pedro | Santos Populares

O Dia de São Pedro comemora-se em Portugal a 29 de Junho. Tal como São João e Santo António, São Pedro é um santo popular. É o último santo popular de acordo com as datas, apesar das cantigas populares. Este dia é também conhecido como o dia São Pedro e São Paulo. Julga-se que 29 de Junho é a data do aniversário da morte destes santos.

Tradições de São Pedro
A data é celebrada no mês dos santos populares - Junho - e a tradição manda que a população festeje a data decorando as ruas com várias cores e manjericos. Bailes e marchas populares são organizadas nas ruas e a música está sempre presente.

Na gastronomia, a sardinha assada, o pimento, broa, caldo verde e vinho são os elementos principais da festa.

Festas de São Pedro em Portugal
Algumas cidades celebram o feriado municipal no dia de São Pedro como por exemplo, Póvoa de Varzim, Sintra, Montijo, Évora, Castro Verde, São Pedro do Sul, Seixal, Macedo de Cavaleiros, Ribeira Grande, Felgueiras e Bombarral. Para celebrar o São Pedro com euforia estes são os principais destinos a visitar.
Texto retirado de calendarr

Dia de São João | Santos Populares

Em Portugal, o Dia de São João é celebrado no dia 24 de junho.

São João é, tal como Santo António e São Pedro, um santo popular. É conhecido por ser um santo casamenteiro.

A festa é celebrada em várias localidades portuguesas, mas a cidade onde os festejos são maiores é no Porto, onde o dia 24 de junho é um feriado municipal.

Embora São João Batista seja considerado por muitos o "padroeiro popular" da Invicta, o título oficial de padroeira da cidade do Porto pertence a Nossa Senhora da Vandoma.

Noite de São João

Lenço dos Namorados

É provável que a origem dos "lenços dos namorados" ou "lenços de pedidos" esteja nos lenços senhoris do sec. XVII - XVIII, adaptados depois pelas mulheres do povo, dando-lhe consequentemente um aspecto característico.
Antes de tudo, eles faziam parte integrante do traje feminino e tinham uma função fundamentalmente decorativa. Eram lenços geralmente quadrados, de linho ou algodão, bordados segundo o gosto da bordadeira.
Mas não é enquanto parte integrante do traje feminino que nos interessa o seu estudo, mas a sua outra função, não menos importante, e da qual vem o nome: a conquista do namorado.

A moça quando estava próxima da idade de casar confeccionava o seu lenço bordado a partir dum pano de linho fino que porventura possuía ou dum lenço de algodão que adquiria na feira, dos chamados lenços da tropa.

Tradição: O Manjerico!

Esta pequena planta de cor verde, originária da Índia, pertencente à espécie Ocimum minimum, é mais utilizada noutras regiões do mundo como planta aromática e medicinal.

O Santo António já lá vai, mas à porta está o São João. E convenciou-se que as festas dos Santos Populares rimam com manjericos. Antes de pensar na quadra e na bandeirinha que os ornamentam, é tempo de saber o que fazer para que esta planta aromática tenha uma vida mais longa. 

O manjerico está associado, em Portugal, às festas dos Santos Populares. Quem não conhece a tradição lisboeta de, pelo Santo António, oferecer à sua amada um vaso com um manjerico encimado por uma bandeirinha com uma quadra popular alusiva ao momento? Contudo, esta pequena planta de cor verde, originária da Índia, pertencente à espécie Ocimum minimum, é mais utilizada noutras regiões do mundo como planta aromática e medicinal.

É um parente muito próximo do manjericão, conhecido nos restaurantes italianos por basílico, cujo aroma é parecido ao do manjerico, mas sendo a planta e as folhas bastante maiores. Assim, não é de estranhar que o nosso manjerico tenha também um aroma intenso e característico, que apetece logo cheirar. E aí começam os mitos…

Os Mitos

Dia de Santo António | Santos Populares

O Dia de Santo António é celebrado no dia 13 de junho.

Santo Popular

Santo António é o santo padroeiro da cidade de Lisboa. É conhecido como o santo casamenteiro, sendo o santo a quem os jovens devem pedir ajuda para arranjar namorada(o) e/ou casar.

Este santo também é conhecido como o santo dos pobres e o santo das coisas e das causas perdidas. Sempre que se perde algo, pode-se rezar ao Santo António em auxílio, para este ajudar a encontrar a coisa perdida.

As crianças podem dar uma esmolinha ao Santo António e pedir proteção e saúde.

Santo António nasceu a 15 de agosto de 1195, em Lisboa, e faleceu a 13 de junho de 1231, em Pádua. Foi assim escolhido o dia 13 para a sua celebração.

Tradições de Santo António

Fernando Pessoa

Biblioteca Municipal Camões - Lisboa
Nasceu Fernando António Nogueira Pessoa em Lisboa, no dia 13 de Junho de 1888, filho de Maria Madalena Pinheiro Nogueira e de Joaquim de Seabra Pessoa.
Fernando Pessoa, um dos expoentes máximos do modernismo no século XX, considerava-se a si mesmo um «nacionalista místico».

A juventude é passada em Lisboa, alegremente, até à morte do pai em 1893 e do irmão Jorge no ano seguinte. Estes acontecimentos, em conjunto com o facto de sua mãe ter conhecido o cônsul de Portugal em Durban, levam-no a viajar para a África do Sul. Aí vive entre 1896 e 1905. À vivência nesse país da Commonwealth pode atribuir-se uma influência decisiva ao nível cultural e intelectual, pondo-o em contacto com os grandes autores de língua inglesa.

O Regresso a Portugal, com 17 anos, é feito com o intuito de frequentar o curso de Letras. Viveu primeiro com uma tia, na rua de S. Bento e depois com a avó paterna, na Rua da Bela Vista à Lapa. Mas com o fracasso do curso (frequentou-o poucos meses), governa-se apenas com o seu grande conhecimento da língua inglesa, trabalhando com diversos escritórios em Lisboa em assuntos de correspondência comercial.

História do Escudo

Sabias que a moeda é uma das coisas mais importantes para distinguir um país? Se o país tem uma economia sólida, a sua moeda, ou seja, o seu dinheiro, vale bastante para trocas (compras e vendas de produtos) com os outros países. 

A moeda da monarquia (o Real) era considerada fraca, por isso desapareceu e deu lugar a uma nova moeda, o Escudo.

Ainda hoje podes ouvir pessoas com alguma idade dizerem quantias em dinheiro como: "10 mil réis" (= 10 escudos) ou "30 mil réis" (= 30 escudos).
Até a Carochinha encontrou 10 réis a varrer a cozinha! 
Tudo isto são lembranças desse tempo! 
Essa passagem de Real para Escudo deu-se com as mudanças originadas pela Implantação da República, de que já deves ter ouvido falar.

Como se mudou totalmente a forma de governo, achou-se que se deviam mudar também as coisas que tinham ligação com a Monarquia, e a moeda foi uma delas. 

É curioso notar que o próprio Escudo também desapareceu a 31 de Dezembro de 2001, já que em 2002 foi substituído pela moeda da União Europeia, o Euro. 
Assim, a Europa juntou-se quase toda para ficar com uma moeda importante na economia mundial. 

Infelizmente, perdeu-se um dos nossos símbolos nacionais: