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Poesia e Prosa de ... Luís Vaz de Camões

O tempo acaba o ano, o mês e a hora...

O tempo acaba o ano, o mês e a hora, 
A força, a arte, a manha, a fortaleza;
O tempo acaba a fama e a riqueza,
O tempo o mesmo tempo de si chora;

O tempo busca e acaba o onde mora
Qualquer ingratidão, qualquer dureza;
Mas não pode acabar minha tristeza,
Enquanto não quiserdes vós, Senhora.

O tempo o claro dia torna escuro
E o mais ledo prazer em choro triste;
O tempo, a tempestade em grão bonança.

Mas de abrandar o tempo estou seguro
O peito de diamante, onde consiste
A pena e o prazer desta esperança.
Luís Vaz de Camões

Amor é um fogo que arde sem se ver...

“Annabel Lee”, de Edgar Allan Poe | traduzido por: Fernando Pessoa


Na apresentação desta rubrica, disse que ia partilhar os poemas que me são especiais, com ou sem motivo, e que me tocam de alguma forma, me "dizem" algo... 

Apresentação da nova rubrica do blog: "Um toque poético"


Venho estrear esta nova rubrica aqui do blog "Um toque poético", pois apesar de eu não me sentir atraída por poemas ou poesias, apesar de, até aos meus 16 anos os ter escrito e até um poema meu chegou a aparecer no jornal da escola e depois disso passou para um livro-colectânea de melhores poemas por alunos da escola, mas fui perdendo a minha veia poética por diversos motivos... Tais como perder a sensibilidade necessária... o romantismo... a esperança...