Opinião: Britt-Marie esteve aqui | Fredrik Backman

SINOPSE: Não é que Britt-Marie seja uma pessoa crítica, exigente ou difícil - ela apenas espera que as coisas sejam feitas de uma determinada forma. Uma gaveta de talheres desarrumada está no topo da sua lista de pecados imperdoáveis. Os seus dias começam, impreterivelmente, às seis da manhã, porque apenas os lunáticos acordam mais tarde do que essa hora. E não é passivo-agressiva. De modo nenhum. As pessoas é que, às vezes, interpretam as suas sugestões úteis como críticas, o que não é, de todo, a sua intenção. Afinal, Britt-Marie não é alguém que julgue os outros, não importa o quão mal-educados, desleixados ou moralmente suspeitos possam ser.Quando Britt-Marie descobre que Kent, o marido, lhe é infiel, a sua vida perfeitamente organizada, de repente, desorganiza-se. Tendo de passar a sustentar-se sozinha, arranja um emprego temporário como zeladora do centro recreativo de Borg. Nessa posição, a exigente Britt-Marie tem de lidar com muita sujidade, eletrodomésticos temperamentais, indisciplina a rodos e até uma ratazana como companheira. Britt-Marie vê-se então arrancada da sua zona de conforto e arrastada para a vida dos seus concidadãos de Borg, uma estranha mistura de seres desesperados, canalhas, bêbedos e vagabundos, sendo incumbida da impossível tarefa de levar a equipa de futebol local, composta por várias crianças sem qualquer tipo de talento para acertar numa bola, à vitória. E, quando um dia Kent aparece a pedir-lhe desculpa, ela tem de decidir, de uma vez por todas, o que realmente deseja da vida. Nesta pequena localidade de gente inadaptada, pode Britt-Marie encontrar o lugar a que realmente pertence?Engraçado e comovente, perspicaz e humano, Britt-Marie esteve aqui celebra as amizades inesperadas que nos mudam para sempre e o poder do mais gentil dos espíritos, para tornar o mundo um lugar melhor.

Opinião: Com os Olhos do Coração | Virginia MacGregor

SINOPSE: Milo tem nove anos e é praticamente cego - é como se visse tudo pelo buraco de uma agulha. Felizmente a bisavó, de 92 anos, ensina-o a olhar para o mundo de uma maneira diferente: se ele prestar mesmo muita atenção, conseguirá ver coisas que mais ninguém vê. E o que ele vê não é bonito. Desde que o pai se foi embora de casa, "com a sua Galdéria para Abu Dhabi", a mãe anda triste, sempre com o mesmo vestido de folhos, e a queixar-se de falta de dinheiro. Resta-lhe apenas o consolo de Hamlet, o seu porquinho de estimação, e as conversas com a bisavó sobre tempos idos. Um dia, porém, a bisavó quase incendeia a casa e é enviada para um lar de terceira idade. Milo fica destroçado. Ainda por cima ele vê no lar coisas que mais ninguém vê. Por trás da fachada imaculada do edifício, os idosos vivem aterrorizados pela diretora, a sinistra Enfermeira Thornhill. Milo tem agora uma missão quase impossível. Com os Olhos do Coração é a epopeia heróica de um rapaz que não se conforma em perder a bisavó e que tudo fará para a resgatar. Obra de culto de Virginia MacGregor, traduzida em mais de vinte países, Com os Olhos do Coração dá-nos a conhecer uma inesquecível personagem e, através dela, a insensatez do mundo em que vivemos.

Opinião: O Jardim das Flores de Pedra | Deborah Smith

SINOPSE: Para Darl Union, a vida em Burnt Stand, na Carolina do Norte, foi sempre uma estranha mistura de riqueza, privilégio e solidão. Criada pela avó, uma mulher tão fria e dura como a pedreira de mármore que é a herança da família, o amor é-lhe estranho até ao dia em que se apaixona perdidamente por Eli Wade, o filho de um canteiro.
Porém, o amor adolescente e puro cedo se vê comprometido por uma teia de mentiras e de morte: o pai de Eli é considerado o responsável pelo desaparecimento da tia-avó de Darl e, embora inocente, acaba por ser morto.
Mas agora, vinte e cinco anos depois, há segredos que podem literalmente vir à superfície – e Darl e Eli têm finalmente uma hipótese de enfrentar e resolver o passado.

Opinião: A História Improvável de um Porquinho na Cidade | Jodi Kendall

Um porquinho sem espaço na cidade. Uma menina com espaço mais no coração.
SINOPSE: Um porquinho bebé - Uma cidade gigante - Sarilhos do tamanho do mundo.
A Josie sente-se invisível. A sua família é grande demais, a sua casa pequena demais, e os pais não têm mãos a medir.
Até que a Hamlet entra na sua vida, tímida e assustada, pequenina e desprotegida. Assim que a Josie lhe pega, sente que nunca mais a vai poder largar. O problema é… não há espaço para uma porquinha na sua casa. Não há espaço no seu quarto. E muito menos numa cidade. A Josie sabe que não pode ficar com ela.
Mas, de cada vez que se aninham as duas, com os corações a bater ao mesmo ritmo, ela vê na Hamlet um bocadinho dela mesma.
E é quando o prazo começa a apertar para a Josie lhe arranjar um novo lar, que a Hamlet lhe dá uma grande lição: sobre amor, amizade e família. E, principalmente, sobre crescer o coração enquanto não se cresce em altura.
Quando um porquinho invade uma cidade, quantos corações invadirá também?

1 de Novembro | Dia Mundial do Veganismo


O Dia Mundial do Veganismo é comemorado desde 1994, quando Louise Wallis, presidente da Sociedade Vegan do Reino Unido, o estabeleceu. No entanto, o termo "vegan" foi usado pela primeira vez em 1944, pela mão de Donald Watson, que fundou um grupo de vegetarianos em que não havia consumo de leite ou ovos, além de desenvolver um boletim chamado The Vegan News, momento em que o termo é cunhado pela primeira vez.

Opinião: Devo-te a Felicidade | Sophie Kinsella

Uma dívida não é necessariamente uma coisa má...
SINOPSE: Fixie Farr tem uma compulsão terrível: a de arranjar tudo… Seja a endireitar de um quadro, tratar de uma nódoa quase invisível ou auxiliar um amigo em apuros, ela é simplesmente incapaz de não agir. O mesmo se aplica ao negócio de família que gere com os irmãos, ainda que, em segredo, sinta por vezes que tudo recai sobre si.
E quando um belo desconhecido lhe pede para ela olhar um instante pelo seu computador portátil, não é de admirar que ela diga que sim. Agradecido, Sebastian acaba por lhe rabiscar uma nota de dívida (que, evidentemente, ela não irá cobrar).
Ou será que vai?
É que Ryan, por quem Fixie tem um fraquinho, precisa de ajuda. E quem melhor do que Sebastian para o ajudar? Só que agora é ela que tem uma dívida para com ele e Fixie não está habituada a ver-se nessa situação. Após uma sucessão de notas de dívida, de favores insignificantes e ajudas preciosas… Fixie depressa dá por si dividida entre o passado confortável e o futuro que julga merecer.
Terá ela coragem de "dar um jeito" à sua própria vida e lutar por aquilo que verdadeiramente quer?

Opinião: Infâncias - Aqui e Além Mar | José Jorge Letria e José Santos

Ilustrações de Cátia Vidinhas (Portugal) e Eloar Guazzelli (Brasil)
SINOPSE: Se a sua infância pudesse ser traduzida numa cor, que cor seria? Se tivesse um cheiro, seria cheiro de quê? Se fosse um brinquedo, seria uma bicicleta ou um jogo de cartas? E se fosse um animal? Os poemas deste livro contam lembranças da meninice de seus autores, o português José Jorge Letria e o brasileiro José Santos, que têm em comum, além da língua portuguesa e da vontade de contar em versos suas infâncias, uma bela trajetória literária. Nas ilustrações, a portuguesa Cátia Vidinhas e o brasileiro Eloar Guazzelli dão vida e muitas cores às histórias e personagens dos dois autores.Se a sua infância pudesse ser traduzida numa cor, que cor seria? Se tivesse um cheiro, seria cheiro de quê? Se fosse um brinquedo, seria uma bicicleta ou um jogo de cartas? E se fosse um animal? Os poemas deste livro contam lembranças da meninice de seus autores, o português José Jorge Letria e o brasileiro José Santos, que têm em comum, além da língua portuguesa e da vontade de contar em versos suas infâncias, uma bela trajetória literária. Nas ilustrações, a portuguesa Cátia Vidinhas e o brasileiro Eloar Guazzelli dão vida e muitas cores às histórias e personagens dos dois autores.

Opinião: A Banana Dele | Penelope Bloom

SINOPSE: O meu novo chefe adora impor regras. E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. A sério. O tipo é viciado em bananas. E eu, claro, fui logo tocar na dele. Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli. E foi nesse momento que ele apareceu. E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau! Mas deixem-me começar pelo início…
Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho…