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Ruas da Nazaré | Da Biblioteca de Praia da Nazaré ao Terminal Rodoviário


Bem, após a primeira parte deste passeio, que foi a minha chegada à Nazaré, vamos agora à praia, e à biblioteca de praia da biblioteca municipal da Nazaré, vamos lá? :)

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Ruas da Nazaré | Do terminal rodoviário à Biblioteca de Praia da Nazaré

Em Agosto, salvo erro, pois já não me lembro precisamente do dia, fui visitar a biblioteca municipal da Nazaré, mas aproveitei também para passear pelas suas ruas, como aqui vão poder ver...

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Ruas das Caldas da Rainha | Da Praça da Fruta ao Terminal Rodoviário

Visita a 06 de Outubro de 2018

Já leram a primeira parte deste meio passeio pelas ruas das Caldas da Rainha? Vamos então à segunda parte.

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Ruas das Caldas da Rainha | Do Terminal Rodoviário à Praça da Fruta

Visita a 06 de Outubro de 2018

Desde que o FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos - Óbidos Vila Literária) foi criado, que sempre tive imensa vontade em ir, mas até agora não tinha surgido a oportunidade...

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Opinião: Lendas, Mitos e Ditos de Portugal | Hélder Reis

Mais de 130 histórias curiosas das nossas terras e tradições
SINOPSE: Estórias divertidas de um Portugal cheio de estórias.
Ao longo destes 20 anos como repórter, tenho ouvido tantas estórias dos lugares por onde passo. Delicio-me com as lendas que se transmitem de geração em geração, onde não falta uma pitada de mistério, aplaudo os heróis que, ao longo dos séculos, deram a vida pelo país em batalhas recheadas de mitos e pormenores curiosos, solto uma boa gargalhada com alguns ditos curiosos das terras, emociono-me com o orgulho das pessoas pelo seu passado e, confesso, fico com fome quando me contam as estórias por detrás de alguns pratos tradicionais portugueses.
Neste livro reuni algumas destas estórias que tanta gente boa tem partilhado comigo. Sou um curioso por natureza, logo pesquisei em livros e entrevistei a população local para lhe alguns dos ditos, mitos e lendas do nosso país.
Sabe onde fica a terra que é chamada de penico de Portugal?
De onde vem a expressão andar sempre com o credo na boca?
Já passou pela freguesia Amor, em Leiria?
Conhece a lenda da erra que quase toca nas estrelas, das trutas de ouro, das duas caras de Guimarães, da lenda de São Macário e do Santo António da ilha Terceira?
Já ouviu falar de uma valente discussão que agitou os rios Mondego, Alva e Zêzere?
Estudou os mitos em volta da Batalha de São Mamede ou da chamada Guerra das Laranjas?
E a origem das rabanadas, das cavacas, dos tremoços de que tanto gosto ou da famosa francesinha?

Opinião: Namoras Comigo? | Catarina Saavedra e Sílvia Abreu

SINOPSE: A história da Maria e do Manel descreve um amor correspondido, vivido no coração do Minho, enraizado pelas tradições, muitas vezes pitorescas, do nosso património imaterial.
Com origem no século XVIII, os lenços dos namorados, assim conhecidos e divulgados, contam, através da simplicidade das palavras, os desígnios do coração.
Geralmente bordados por raparigas simples, em panos de linho ou algodão, com cores alegres e símbolos de cariz amoroso, funcionavam como emissários do Amor.
Depois de costurado e bordado, o lenço era entregue ao seu amado, muitas vezes em segredo. No caso deste o usar em público, isso significaria correspondência de sentimento e consequente início de namoro.
A Maria e o Manel, nomes comummente utilizados no Minho, são os personagens de uma história de amor que pretende sensibilizar crianças e adultos para esta bonita tradição, vivida e reproduzida por vários casais.
Namoras comigo? descreve o amor na sua essência mais pura, um sentimento e enamoramento quase infantil partilhado por todos os que amam.

Páscoa - Curiosidades, Tradições e História

Foi no Concílio de Nicea (em 325 d.C.) que se fixou que a data da Páscoa se celebraria no primeiro domingo após a primeira Lua Cheia da Primavera, nunca podendo ser antes de 22 de Março nem depois de 25 de Abril. Caso passe o dia 25 de Abril, celebra-se no domingo anterior.

De notar ainda que a terça-feira de Carnaval é 47 dias antes da Páscoa. O Dia da Ascensão, numa quinta-feira, 39 dias depois. O Domingo de Pentecostes, 49 dias depois. O Corpo de Deus, numa quinta-feira, 60 dias depois.

A Páscoa é uma festividade celebrada pelos judeus e pelos cristãos, mas com significados diferentes. Os primeiros celebram a libertação do povo de Israel do Egipto, passando o Mar Vermelho e os segundos evocam a morte e a ressurreição de Jesus Cristo

Vamos então conhecer algumas das tradições da Páscoa por este mundo fora.

Lenço dos Namorados

É provável que a origem dos "lenços dos namorados" ou "lenços de pedidos" esteja nos lenços senhoris do sec. XVII - XVIII, adaptados depois pelas mulheres do povo, dando-lhe consequentemente um aspecto característico.
Antes de tudo, eles faziam parte integrante do traje feminino e tinham uma função fundamentalmente decorativa. Eram lenços geralmente quadrados, de linho ou algodão, bordados segundo o gosto da bordadeira.
Mas não é enquanto parte integrante do traje feminino que nos interessa o seu estudo, mas a sua outra função, não menos importante, e da qual vem o nome: a conquista do namorado.

A moça quando estava próxima da idade de casar confeccionava o seu lenço bordado a partir dum pano de linho fino que porventura possuía ou dum lenço de algodão que adquiria na feira, dos chamados lenços da tropa.

Tradição: O Manjerico!

Esta pequena planta de cor verde, originária da Índia, pertencente à espécie Ocimum minimum, é mais utilizada noutras regiões do mundo como planta aromática e medicinal.

O Santo António já lá vai, mas à porta está o São João. E convenciou-se que as festas dos Santos Populares rimam com manjericos. Antes de pensar na quadra e na bandeirinha que os ornamentam, é tempo de saber o que fazer para que esta planta aromática tenha uma vida mais longa. 

O manjerico está associado, em Portugal, às festas dos Santos Populares. Quem não conhece a tradição lisboeta de, pelo Santo António, oferecer à sua amada um vaso com um manjerico encimado por uma bandeirinha com uma quadra popular alusiva ao momento? Contudo, esta pequena planta de cor verde, originária da Índia, pertencente à espécie Ocimum minimum, é mais utilizada noutras regiões do mundo como planta aromática e medicinal.

É um parente muito próximo do manjericão, conhecido nos restaurantes italianos por basílico, cujo aroma é parecido ao do manjerico, mas sendo a planta e as folhas bastante maiores. Assim, não é de estranhar que o nosso manjerico tenha também um aroma intenso e característico, que apetece logo cheirar. E aí começam os mitos…

Os Mitos

Artesanato Tradicional Português

O Artesanato Português tem uma forte ligação à cultura popular e é muito característico das zonas rurais, onde as tradições permanecem vivas, essencialmente transmitidas de forma oral de geração em geração.

Cada região tem o seu artesanato tradicional e peculiar, de acordo com o modo de viver das gentes locais, e no seu todo constituem a beleza policromática que deslumbra os turistas, que andam sempre à procura de uma peça tradicional quando visitam Portugal.

O artesanato é uma riqueza da tradição portuguesa, destacando-se a  joalharia, a  tapeçaria, as  rendas, os  bordados, a tecelagem, a cestaria e a  cerâmica pintada.

Nos últimos anos, em função de uma ligação mais estreita com o design, o artesanato português urbano tem associado a produção manual a um visual mais moderno e adaptado ao estilo actual. Existem nos dias de hoje, muitos artesãos de negócios de pequena dimensão, os quais abastecem a demanda crescente destes produtos tradicionais portugueses, assim como lojas vocacionadas para o artesanato português.

A joalharia, a porcelana e a faiança, sectores tradicionais do artesanato português de primeira linha, apresentam produtos tradicionais portugueses vincados pela qualidade de uma tradição secular de braço dado com o design actual.

O artesanato português, bem como outras manifestações de ordem cultural, evoluiu com a própria sociedade portuguesa e é actualmente motivo de um reinventar constante, como o artesanato urbano.

Artesanato Português Regional – peças de arte com memória

Superstições de Passagem de Ano

As superstições de passagem de ano são tão diversas e em tão grande número que as pessoas perdem noção delas e acabam por seguir algumas mesmo sem querer. Algumas têm origens seculares, outras não se sabe bem como surgiram, mas todas estas superstições de passagem de ano visam trazer boa sorte para o ano que se inicia. Para entrar nele com o pé direito, e porque "ano novo, vida nova", mais vale conhecer e seguir algumas superstições.

Cores a usar na Passagem de Ano


Todas as cores acarretam uma simbologia especial, que pode ser adequada aos seus desejos para o novo ano. A escolha da cor a usar no réveillon é uma das principais superstições da data, sendo possível escolher as tonalidades a usar, de acordo com as mais variadas intenções.

Branco - O branco é usado, sobretudo, por quem deseja paz e harmonia, e um ano marcado pela união;

As dez tradições mais originais de fim de ano

De Espanha aos Estados Unidos, passando pelo Japão e por África do Sul quase todos os países do Mundo têm algo que os caracteriza na hora de celebrar o ano novo. Conheça as dez tradições mais curiosas.

Bolas de Natal

As bolas de Natal tornaram-se praticamente um elemento obrigatório quando se trata de enfeitar a árvore de Natal.

Na antiguidade, a árvore de Natal, geralmente um pinheiro ou um carvalho, era considerada sagrada e representava a vida e a salvação. Os seus enfeites eram constituídos por pedras e frutos, principalmente maçãs, que sendo de casca amarela, representavam os frutos de ouro existentes no paraíso.

A Coroa de Natal

O Advento (Adventus: chegada e Advenire: chegar a) traduz-se no primeiro tempo do ano litúrgico que antecede o Natal (corresponde às quatro semanas antes do Natal). Os cristãos consideram-no um tempo de preparação e de alegria que antecede o nascimento de Jesus. É um tempo para promover o arrependimento, a harmonia e a paz, e celebrar a vinda de Jesus Cristo à terra.

Entre os vários símbolos do Advento, encontramos a coroa de Natal ou grinalda do Advento.

A Árvore de Natal



A Árvore de Natal é em norma um pinheiro ou abeto enfeitado e iluminado na época do Natal. Esta tradição tem raízes muito mais longínquas do que o próprio Natal. 

Os romanos enfeitavam árvores em honra de Saturno, deus da agricultura, mais ou menos na mesma época em que hoje preparamos a Árvore de Natal. Os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casa no dia mais curto do ano (que é em Dezembro), como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Nas culturas célticas, os druidas tinham o costume de decorar velhos carvalhos com maças douradas para festividades também celebradas na mesma época do ano.