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Opinião: O Homem Mais Feliz do Mundo | Eddie Jaku

A vida inspiradora de um sobrevivente de Auschwitz
SINOPSE: Eddie Jaku nasceu na Alemanha em 1920 no seio de uma família judaica, sempre carregando com orgulho a sua nacionalidade. No entanto, tudo isso mudou drasticamente em Novembro de 1938, quando foi detido, espancado e levado para um campo de concentração. Depois de sobreviver aos mais desumanos horrores, perder os seus familiares, amigos e o seu país, Eddie fez uma promessa: sorrir todos os dias. Hoje acredita ser o «homem mais feliz do mundo».

Por ocasião do seu 100. º aniversário, Eddie Jaku oferece-nos um testemunho poderoso, desolador e, ao mesmo tempo, derradeiramente optimista de como a felicidade pode ser encontrada até no momento mais sombrio da Humanidade.

Opinião: A Mala de Hana - Uma História Verdadeira | Karen Levine

SINOPSE: A Mala de Hana é um retrato singelo que mostra a crueldade a que eram sujeitas as crianças judias submetidas ao Holocausto. Conta a história de vida de Hana e da sua família na Checoslováquia, nas décadas de 1930 e 1940, e quase setenta anos depois, a história de Fumiko Ishioka, coordenadora do Centro do Holocausto de Tóquio, no Japão e finalmente quando todas as peças da história se juntam quando descobre o irmão sobrevivente de Hana, George, no Canadá que assim ajuda a completar a história. Este é um relato incrível que vai sensibilizar todos os leitores sobre os horrores que atingiram Hana, a família e milhões de Judeus e outros inocentes.

Opinião: O Carteiro de Auschwitz | Joe Rosenblum | David Kohn

Só aqueles que mantêm a esperança são capazes de resistir.

Uma obra-prima inesquecível. Um testemunho impressionante de coragem e sobrevivência.
SINOPSE: O Carteiro de Auschwitz é a história verdadeira de um adolescente a quem tentaram roubar a vida e os sonhos. Apanhado no turbilhão do Holocausto, este jovem sobreviveu a uma sequência de dramas tão angustiantes que se torna difícil aceitá-los como factos reais.

Uma confiança inabalável, uma bondade sem limites, um exemplo perfeito de bravura e caráter.

Joe Rosenblum era ainda criança quando assistiu à invasão nazi da sua pequena cidade na Polónia. Foi por pouco que escapou à execução em massa de que foi vítima o irmão. Joe mudou-se primeiro para uma quinta, onde trabalhou, e cujos proprietários o protegeram e o ajudaram a prover o sustento da família durante algum tempo. Depois, viu-se obrigado a refugiar-se junto de ex-prisioneiros russos. a sua inacreditável jornada de sobrevivência começa após ser capturado pelos alemães.

O mensageiro secreto que sobreviveu ao campo de concentração mais terrível da história.

Inteligente, criativo e extremamente pragmático, Joe desafiou a morte, transportou a esperança e deu um exemplo perfeito de humanidade, otimismo e perseverança. com uma bondade sem limites, ele entregou mensagens secretas aos prisioneiros, salvou crianças da câmara de gás e devolveu a luz e a esperança ao coração dos homens num dos períodos mais terríveis da história mundial.

Uma poderosa mensagem de fé e esperança na humanidade.

Opinião: As Gémeas de Auschwitz | Eva Mozes Kor e Lisa Rojany Buccieri

Uma história notável de fé, sobrevivência e coragem.

SINOPSE: Na verdade, estávamos na Polónia, mas os Alemães tinham invadido a Polónia. Era na Polónia alemã que se situavam todos os campos de extermínio.

Os cães rosnavam e ladravam. As pessoas do vagão começaram a chorar, a berrar, a gritar todas ao mesmo tempo; todos procuravam os seus familiares à medida que eram afastados uns dos outros. Separavam homens de mulheres, filhos de pais.

Um guarda que ia a passar a correr parou bruscamente à nossa frente. Olhou para Miriam e para mim nas nossas roupas a condizer: «Gémeas! Gémeas!», exclamou. Sem dizer uma palavra, agarrou em nós e separou-nos da nossa mãe. Miriam e eu gritámos e chorámos, suplicámos, as nossas vozes perdidas entre o caos, o barulho e o desespero, tentando chegar à nossa mãe, que, por sua vez, tentava seguir-nos, de braços estendidos, com outro guarda a retê-la.

Miriam e eu tínhamos sido escolhidas. De repente, estávamos sozinhas. Tínhamos apenas dez anos. E nunca mais voltámos a ver nem o nosso pai nem a nossa mãe.

Opinião: Sou dos Anos 80 - Não Tenho Medo de Nada | Joana Emídio Marques

SINOPSE: Se viveste nos anos 80, comeste bolachas Maria molhadas no leite, usaste roupa que picava e pijamas de turco, se colavas pastilhas elásticas debaixo da mesa e sobreviveste como um herói, este livro é para ti. Aposto que ainda hoje dizes: Eu? Eu não tenho medo de nada.
E se não tens medo de nada, então viaja no tempo até à década em que vivíamos eufóricos entre os bonecos da Playmobil e a Tucha, o jogo do elástico e o macaquinho do chinês.