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Opinião: A Odisseia do Espírito Santo | António Breda Carvalho

Vencedor do Prémio Literário Carlos de Oliveira atribuído pelo Município de Cantanhede. 
SINOPSE: Em 1758, João Pinto, lavrador letrado e curandeiro de S. Martinho de Vale de Bouro, concelho de Mondim de Basto, viajou para Vilarinho, lugar do mesmo concelho. Aí, a pedido de um seu moço de lavoura, deslocou-se a casa de Maria José, mulher que dizia estar possuída por um espírito.
É este o ponto de partida para a criação de uma heterodoxa congregação do Espírito Santo. O apostolado do lavrador João Pinto foi protagonista de ações heréticas que abalaram o concelho de Mondim de Basto. Terminou em 1759, com a intervenção do Santo Ofício.
A Odisseia do Espírito Santo foi a obra vencedora do V Prémio Literário Carlos de Oliveira e o júri fundamenta a sua decisão no facto de o livro possuir «um original dispositivo narrativo que faz com que a história seja contada na primeira pessoa alternadamente por todas as personagens, pela capacidade de efabulação e pela riqueza da linguagem, que oscila entre a reconstituição do léxico do século XVIII e o dos nossos dias».

Opinião: A Esposa Minúscula | Andrew Kaufman

SINOPSE: Um ladrão entra por um banco dentro armado com uma pistola pronta a disparar, mas não pede dinheiro. Em vez disso, exige a cada cliente o objeto que tenha para si maior significado. O ladrão parte e todas as vítimas do assalto sobrevivem, mas coisas estranhas começam a suceder-lhes pouco depois: a tatuagem de uma sobrevivente salta-lhe do tornozelo e persegue-a; outra acorda e descobre que é feita de rebuçado; e Stacey Hinterland descobre que encolhe, gradualmente, um pouco a cada dia que passa, e nada que o marido ou o filho possam fazer conseguirá inverter o processo. A Esposa Minúscula é uma fábula sobre como podemos perder-nos nas circunstâncias e encontrar-nos no amor de outra pessoa.

Festival Bang | O fim de um dia original

Depois de vos deliciar com os detalhes da primeira parte deste dia original, aqui vamos à última parte de como foi a minha estreia no Festival Bang! 2018

Festival Bang! 2018 | A chegada

Ora aqui está o prometido post sobre a minha primeira experiência no Festival Bang! deste ano...

Opinião: O Poder | Naomi Alderman

Romance vencedor do Baileys Women's Prize para ficção 2017
SINOPSE: Quando as raparigas ganham o poder de causar sofrimento e morte, quais serão as consequências?
E se, um dia, as raparigas ganhassem subitamente o estranho poder de infligir dor excruciante e morte? De magoar, torturar e matar? Quando o mundo se depara com esse estranho fenómeno, a sociedade tal como a conhecemos desmorona e os papéis são invertidos. Ser mulher torna-se sinónimo de poder e força, ao passo que os homens passam a ter medo de andar na rua, sozinhos à noite.
Ao narrar as histórias de várias protagonistas, de múltiplas origens e estatutos diferentes, Naomi Alderman constrói um romance extraordinário que explora os efeitos devastadores desta reviravolta da natureza, o seu impacto na sociedade e a forma como expõe as desigualdades do mundo contemporâneo.