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Opinião: Segredos de Lisboa | Raquel Policarpo | Inês Ribeiro

Vestígios arqueológicos surpreendentes sob as ruas da cidade
SINOPSE: Uma Lisboa desconhecida está à nossa espera num museu, num parque de estacionamento ou até numa improvável casa de banho pública no Largo da Sé. Passear pela Lisboa de hoje é caminhar sobre todo um passado desaparecido. Sob os nossos pés, debaixo de linhas de elétrico, ruas asfaltadas e túneis de metro, camadas e camadas de terra revelam histórias de quem por aqui passou, viveu e morreu. Contam momentos, eras, séculos de vivência de fenícios, romanos, muçulmanos, cristãos, uma imensidão de pessoas que nestas colinas deixou a sua marca. No Largo da Sé desça à casa de banho pública e depare-se com os vestígios de um prédio anterior ao terramoto de 1755. Na Rua da Prata, embrenhe-se nas galerias romanas e descubra o que resta do complexo subterrâneo de um antigo fórum romano. Na Igreja de Santo António, por entre portas e escadinhas, aceda ao subsolo por baixo do altar-mor, que é o local mais importante de toda a igreja, onde teve início a história do templo e do santo padroeiro de Lisboa. Inês Ribeiro e Raquel Policarpo guiam-nos por uma Lisboa repleta de segredos, através de vestígios arqueológicos que nos desvendam a cidade de outras eras e de outras gentes. Nestas páginas, alguns locais e momentos regressam à luz do dia e partilham o conhecimento de épocas e sítios que muitos desconhecem. Alguns deles desapareceram para sempre, mas outros ainda estão à espera de ser visitados.

Opinião: Templários | Edição: Clube do Autor | Canal História

SINOPSE: Tal como na série de televisão exibida no Canal de História, o livro Templários transporta o leitor até às origens da Ordem dos Templários, centrando-se na Península Ibérica, na Primeira e Segunda Cruzadas, e nos sucessos que, em finais do século XI e princípios do XII, proporcionaram uma nova mentalidade e a proliferação de um novo modelo: os monges guerreiros.
Rezar, lutar e obedecer. A oração e a guerra alicerçadas numa disciplina férrea foram os pilares que possibilitaram que a Ordem do Templo, a primeira ordem militar da história, atingisse o auge e se tornasse uma referência da Idade Média.
Como era a organização e o dia-a-dia destes cavaleiros? Qual foi o seu papel na Península Ibérica e influência na Reconquista? De que valiosas relíquias era composto o tesouro dos Templários? O que provocou a seu desaparecimento definitivo?
Estas são apenas algumas das questões abordadas nesta obra, baseada na série produzida integralmente em Espanha e em Portugal com o objetivo de cobrir a ampla presença dos cavaleiros da Ordem na Península Ibérica. São também exploradas as grandes batalhas e perseguições que tornaram famosa a Ordem, a origem de muitos dos seus mitos, a busca do conhecimento, a luz e os segredos mais obscuros dos Templários.

Opinião: A Inquisição de Lisboa (1537-1579) | Daniel Norte Giebels

SINOPSE: Muitas páginas foram escritas sobre o impacto da actividade da Inquisição portuguesa.Poucas, porém, revelam o interior dos seus tribunais distritais, sendo o de Lisboa aquele que, até à publicação desta obra, menos se conhecia e, no entanto, mais importava conhecer, considerando a precedência e centralidade que assumiu durante o processo de estabelecimento da Inquisição em Portugal.
O livro que o leitor tem agora em mãos é, afinal, o primeiro estudo monográfico sobre a Inquisição de Lisboa. A abordagem quis-se inédita, procurando uma visão integral do funcionamento do tribunal entre 1537 e 1579, recorrendo a um exaustivo trabalho de levantamento de fontes régias, eclesiásticas e inquisitoriais, como os 3000 processos que se consultaram.
O leitor poderá conhecer quem eram os servidores que compunham os quadros humanos do tribunal, as funções que desempenhavam, os vencimentos que auferiam, as suas proveniências familiares, profissionais e académicas. Será depois convidado a visitar os recantos do auditório e cárceres, testemunhando as vivências que enchiam esses espaços. De seguida, deter-se-á, certamente, nos balanços de receita e despesa que nem sempre viabilizaram o seu funcionamento. Terminada esta incursão pela organização interna, observará, finalmente, a máquina inquisitorial em actividade, desde os mecanismos de vigilância à prática processual e penal. Transversais a toda a leitura, as relações que o tribunal foi estabelecendo com outros poderes, como a Coroa, a Igreja, as Ordens Religiosas e Militares.

Opinião: Histórias com História | Luísa Ducla Soares

SINOPSE: A História de Portugal com os seus eventos reais, lendas e mitos serve de fundo a este livro.
Dele constam 14 textos muito diferentes - sérios, trágicos, curiosos, divertidos -, de diversas tipologias - narrativo, dramático, em forma de poema, carta, fábula, página de diário - e para todos os gostos.
Viajando através dos séculos, os jovens de hoje vão conviver com jovens de outros tempos e dos tempos modernos também, porque, afinal, a História não acabou, e nós estamos a vivê-la, dia a dia.

Opinião: Allegro Ma Non Troppo - As leis fundamentais da estupidez humana | Carlo M. Cipolla

SINOPSE: Por que razão um estúpido é mais perigoso que um bandido? Qual é a relação histórica entre o consumo da pimenta, o desenvolvimento da metalurgia e a difusão do nome Smith? Estas e outras intrigantes perguntas encontram resposta nos dois divertidos ensaios que compõem este livro, uma pirueta anárquica de fino humor; o primeiro ensaio é uma paródia hilariante da história económica e social da idade Média, com o Império Romano à mistura; o segundo, uma deliciosa brincadeira, em jeito de teoria geral da estupidez humana. Duas pequenas obras-primas de jocosa extravagância intelectual, que nos propõem uma pausa de irreprimível comicidade e humorismo.
Esta obra destina-se a todos os leitores sem excepção, em especial aos interessados pelas peripécias da História e aos amantes da escrita irónica e perspicaz.

O Terramoto de Lisboa de 1 de Novembro de 1755


Texto de Luiza Antunes, blog: 360meridianos : Era dia de Todos os Santos e a maioria dos moradores, nobres e plebeus, de uma das principais cidades católicas do mundo, se reuniam pela manhã em Igrejas, acendiam velas e rezavam. Às 9h30 da manhã, a terra começou a tremer. Tremeu tanto que destruiu 85% das construções de Lisboa. Como desgraça pouca é bobagem, alguns dos sobreviventes que estavam na zona portuária da cidade, assistiram espantados a água do mar recuar e alguns minutos mais tarde, ondas de 10 metros invadirem a Baixa. O tsunami não foi suficiente, porém, para apagar todo o fogo que tomou conta da cidade. O incêndio depois do terremoto de Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755, durou cinco dias, sem ninguém para apagar as chamas.

“E agora?”

“Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos”

Um Blog entre... As Ruas da Nazaré | Da Biblioteca de Praia da Nazaré ao Terminal Rodoviário


Bem, após a primeira parte deste passeio, que foi a minha chegada à Nazaré, vamos agora à praia, e à biblioteca de praia da biblioteca municipal da Nazaré, vamos lá? :)

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Um blog entre... As ruas das Caldas da Rainha | Da Praça da Fruta ao Terminal Rodoviário

Visita a 06 de Outubro de 2018

Já leram a primeira parte deste meio passeio pelas ruas das Caldas da Rainha? Vamos então à segunda parte.

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Um blog entre... As ruas das Caldas da Rainha | Do Terminal Rodoviário à Praça da Fruta

Visita a 06 de Outubro de 2018

Desde que o FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos - Óbidos Vila Literária) foi criado, que sempre tive imensa vontade em ir, mas até agora não tinha surgido a oportunidade...

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Dia da Mãe - A história e origem

O dia da mãe, como o conhecemos, é essencialmente graças a esta senhora:
Anna M. Jarvis (1864-1948).

Foi uma professora universitária de nacionalidade Norte Americana, que perdeu a sua mãe (Ann Jarvis) em 1905 e entrou em profunda depressão. Preocupadas com tanto sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Anna com uma festa. Mas Anna queria que a homenagem fosse estendida a todas as mães.

A história do Dia da Mãe

Páscoa - Curiosidades, Tradições e História

Foi no Concílio de Nicea (em 325 d.C.) que se fixou que a data da Páscoa se celebraria no primeiro domingo após a primeira Lua Cheia da Primavera, nunca podendo ser antes de 22 de Março nem depois de 25 de Abril. Caso passe o dia 25 de Abril, celebra-se no domingo anterior.

De notar ainda que a terça-feira de Carnaval é 47 dias antes da Páscoa. O Dia da Ascensão, numa quinta-feira, 39 dias depois. O Domingo de Pentecostes, 49 dias depois. O Corpo de Deus, numa quinta-feira, 60 dias depois.

A Páscoa é uma festividade celebrada pelos judeus e pelos cristãos, mas com significados diferentes. Os primeiros celebram a libertação do povo de Israel do Egipto, passando o Mar Vermelho e os segundos evocam a morte e a ressurreição de Jesus Cristo

Vamos então conhecer algumas das tradições da Páscoa por este mundo fora.

História e origem dos Saloios


Designa-se como saloio o habitante natural das zonas rurais do início do século XX em volta de Lisboa, a região saloia. A região saloia compreende vários concelhos, sendo os seus limites discutíveis. Alguns autores definem como região saloia os concelhos de Alenquer, Amadora, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Loures, Mafra, Odivelas, Sintra, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.