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Opinião: Segredos de Lisboa | Raquel Policarpo | Inês Ribeiro

Vestígios arqueológicos surpreendentes sob as ruas da cidade
SINOPSE: Uma Lisboa desconhecida está à nossa espera num museu, num parque de estacionamento ou até numa improvável casa de banho pública no Largo da Sé. Passear pela Lisboa de hoje é caminhar sobre todo um passado desaparecido. Sob os nossos pés, debaixo de linhas de elétrico, ruas asfaltadas e túneis de metro, camadas e camadas de terra revelam histórias de quem por aqui passou, viveu e morreu. Contam momentos, eras, séculos de vivência de fenícios, romanos, muçulmanos, cristãos, uma imensidão de pessoas que nestas colinas deixou a sua marca. No Largo da Sé desça à casa de banho pública e depare-se com os vestígios de um prédio anterior ao terramoto de 1755. Na Rua da Prata, embrenhe-se nas galerias romanas e descubra o que resta do complexo subterrâneo de um antigo fórum romano. Na Igreja de Santo António, por entre portas e escadinhas, aceda ao subsolo por baixo do altar-mor, que é o local mais importante de toda a igreja, onde teve início a história do templo e do santo padroeiro de Lisboa. Inês Ribeiro e Raquel Policarpo guiam-nos por uma Lisboa repleta de segredos, através de vestígios arqueológicos que nos desvendam a cidade de outras eras e de outras gentes. Nestas páginas, alguns locais e momentos regressam à luz do dia e partilham o conhecimento de épocas e sítios que muitos desconhecem. Alguns deles desapareceram para sempre, mas outros ainda estão à espera de ser visitados.

Opinião: A Inquisição de Lisboa (1537-1579) | Daniel Norte Giebels

SINOPSE: Muitas páginas foram escritas sobre o impacto da actividade da Inquisição portuguesa.Poucas, porém, revelam o interior dos seus tribunais distritais, sendo o de Lisboa aquele que, até à publicação desta obra, menos se conhecia e, no entanto, mais importava conhecer, considerando a precedência e centralidade que assumiu durante o processo de estabelecimento da Inquisição em Portugal.
O livro que o leitor tem agora em mãos é, afinal, o primeiro estudo monográfico sobre a Inquisição de Lisboa. A abordagem quis-se inédita, procurando uma visão integral do funcionamento do tribunal entre 1537 e 1579, recorrendo a um exaustivo trabalho de levantamento de fontes régias, eclesiásticas e inquisitoriais, como os 3000 processos que se consultaram.
O leitor poderá conhecer quem eram os servidores que compunham os quadros humanos do tribunal, as funções que desempenhavam, os vencimentos que auferiam, as suas proveniências familiares, profissionais e académicas. Será depois convidado a visitar os recantos do auditório e cárceres, testemunhando as vivências que enchiam esses espaços. De seguida, deter-se-á, certamente, nos balanços de receita e despesa que nem sempre viabilizaram o seu funcionamento. Terminada esta incursão pela organização interna, observará, finalmente, a máquina inquisitorial em actividade, desde os mecanismos de vigilância à prática processual e penal. Transversais a toda a leitura, as relações que o tribunal foi estabelecendo com outros poderes, como a Coroa, a Igreja, as Ordens Religiosas e Militares.

Opinião: Histórias com História | Luísa Ducla Soares

SINOPSE: A História de Portugal com os seus eventos reais, lendas e mitos serve de fundo a este livro.
Dele constam 14 textos muito diferentes - sérios, trágicos, curiosos, divertidos -, de diversas tipologias - narrativo, dramático, em forma de poema, carta, fábula, página de diário - e para todos os gostos.
Viajando através dos séculos, os jovens de hoje vão conviver com jovens de outros tempos e dos tempos modernos também, porque, afinal, a História não acabou, e nós estamos a vivê-la, dia a dia.

O Terramoto de Lisboa de 1 de Novembro de 1755


Texto de Luiza Antunes, blog: 360meridianos : Era dia de Todos os Santos e a maioria dos moradores, nobres e plebeus, de uma das principais cidades católicas do mundo, se reuniam pela manhã em Igrejas, acendiam velas e rezavam. Às 9h30 da manhã, a terra começou a tremer. Tremeu tanto que destruiu 85% das construções de Lisboa. Como desgraça pouca é bobagem, alguns dos sobreviventes que estavam na zona portuária da cidade, assistiram espantados a água do mar recuar e alguns minutos mais tarde, ondas de 10 metros invadirem a Baixa. O tsunami não foi suficiente, porém, para apagar todo o fogo que tomou conta da cidade. O incêndio depois do terremoto de Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755, durou cinco dias, sem ninguém para apagar as chamas.

“E agora?”

“Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos”

Opinião: Lendas, Mitos e Ditos de Portugal | Hélder Reis

Mais de 130 histórias curiosas das nossas terras e tradições
SINOPSE: Estórias divertidas de um Portugal cheio de estórias.
Ao longo destes 20 anos como repórter, tenho ouvido tantas estórias dos lugares por onde passo. Delicio-me com as lendas que se transmitem de geração em geração, onde não falta uma pitada de mistério, aplaudo os heróis que, ao longo dos séculos, deram a vida pelo país em batalhas recheadas de mitos e pormenores curiosos, solto uma boa gargalhada com alguns ditos curiosos das terras, emociono-me com o orgulho das pessoas pelo seu passado e, confesso, fico com fome quando me contam as estórias por detrás de alguns pratos tradicionais portugueses.
Neste livro reuni algumas destas estórias que tanta gente boa tem partilhado comigo. Sou um curioso por natureza, logo pesquisei em livros e entrevistei a população local para lhe alguns dos ditos, mitos e lendas do nosso país.
Sabe onde fica a terra que é chamada de penico de Portugal?
De onde vem a expressão andar sempre com o credo na boca?
Já passou pela freguesia Amor, em Leiria?
Conhece a lenda da erra que quase toca nas estrelas, das trutas de ouro, das duas caras de Guimarães, da lenda de São Macário e do Santo António da ilha Terceira?
Já ouviu falar de uma valente discussão que agitou os rios Mondego, Alva e Zêzere?
Estudou os mitos em volta da Batalha de São Mamede ou da chamada Guerra das Laranjas?
E a origem das rabanadas, das cavacas, dos tremoços de que tanto gosto ou da famosa francesinha?

Opinião: A Revolução da Mulher das Pevides | Isabel Ricardo

SINOPSE: Perante os canhões e as balas dos exércitos franceses, Ana Luzindra só tinha uma arma: a sua beleza. Mas a beleza também pode ser mortal. A Revolução da Mulher das Pevides transporta-nos para os anos de terror das invasões francesas. A morte e a crueldade marchavam lado a lado com os exércitos veteranos de Napoleão. E enquanto a Família Real fugia para o Brasil, o povo ficava para suportar todo o tipo de humilhações. Na vila da Nazaré, Ana Luzindra é parteira de profissão e uma mulher simples. 
Para fazer frente aos canhões e balas dos franceses só tem uma arma: a sua estonteante beleza. Atraindo-os, um a um, para a morte na calada da noite, a jovem inspira toda uma comunidade e pegar em pedras e paus para expulsar os invasores. A Revolução da Mulher das Pevides, expressão da Nazaré que significa "algo insignificante", foi tudo menos isso: pelo sobressalto que pregou aos franceses, e pela posterior vingança desproporcionada que estes praticaram sobre a Nazaré, acabou por ser um dos momentos mais importantes da invasão, e inspiraria o longo e árduo caminho dos portugueses e aliados até à derradeira vitória sobre as tropas do temível Napoleão. Recorrendo a uma pesquisa exaustiva, Isabel Ricardo oferece-nos um bilhete para um dos períodos mais importantes da História de Portugal.

A 15 de Dezembro de 1640, D. João IV é coroado rei de Portugal, dando origem à dinastia dos Braganças


Neste dia, em 1640, D. João IV é coroado rei de Portugal, dando origem à dinastia dos Braganças. 
Qual acha que foi a melhor dinastia portuguesa?
Depois da revolta de 1 de Dezembro liderada por vários nobres portugueses, contra os representantes espanhóis, D. João IV dá origem a uma nova dinastia, terminando com a união das coroas de Portugal e Espanha, que marcou o período filipino. Reinará até à sua morte em 1656, sendo sucedido pelo seu filho Afonso VI.

13 de Dezembro de 1521 - Morreu o rei D. Manuel I


Neste dia, em 1521, morreu o rei D. Manuel I, cognominado de o Venturoso. Acha que foi o melhor rei de Portugal ou o mais afortunado?

Não estava destinado a ser rei, mas herdou o trono do seu primo D. João II. Ficou ligado a uma época de grande expansão do império português, com a descoberta do caminho marítimo para a Índia, do Brasil, entre outros, dando o nome ao estilo arquitectónico da sua época, o manuelino. Foi no seu reinado que se introduz, em Portugal, a Inquisição.
In Canal História
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Pessoalmente, se foi o responsável por introduzir a inquisição em Portugal, não considero nem de perto o melhor rei de Portugal, considero até o oposto. Além disso dentro daquilo que sei, não ganhou grandes guerras, não fez grandes feitos, não chega sequer aos pés de D. Afonso Henriques entre outros, bem melhores e mais patriotas, por isso se tiver de ser considerado algo, sem dúvida será "afortunado", mas nada mais que isso...
E vocês? Que acham?