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Opinião: Os Vencidos da História | José Jorge Letria

Do triunfo já todos sabemos, mas dos vencidos também reza a história.
SINOPSE: Habituámo-nos a olhar para a História como um campo de batalha onde, de um lado, se celebram os vencedores e, do outro, jazem os vencidos. Não paramos para pensar, porém, que a História é feita por pessoas, que, vencedoras ou não, nunca o poderiam ser em permanência. Dizer que a História é escrita pelos vencedores é um lugar-comum, por isso, e para o contrariar, José Jorge Letria celebra os derrotados, escrevendo-os, com a firme convicção de que, foram, ainda assim, a força motriz de outras vitórias. Conheça o outro lado dos protagonistas das mais diversas épocas: os exploradores, os políticos, os mártires da guerra e da paz. De Fernão de Magalhães a Che Guevara, de Júlio César a Napoleão, de Anne Frank a Aristides de Sousa Mendes, várias figuras prometem surpreendê-lo na viagem pelo tempo que aqui começa.

Exposição Tim Burton - As Marionetas de Animação | Museu da Marioneta | Lisboa


Desde o primeiro dia da estreia da exposição que estava para ir, fui deixando andar, depois meteu-se o confinamento pelo meio, e entretanto li que já tinham reaberto e até ao fim do mês de Maio a entrada é gratuita, tal como partilhei convosco no facebook, então lá me meti a caminho pois não queria perder isto nem por nada, como tremenda fã de Tim Burton que sou! 

As novas datas da exposição são de 26 de Maio de 2020 a 4 de Outubro de 2020.

Já vi e revi imensos filmes dele, tenho os meus preferidos, que irei comentar no blog e só não sei como ainda não o fiz! Sendo que um dos meus preferidos é sem dúvida «Corpse Bride»
╰(  ♡∀♡)╮

Opinião: O Pequeno Livro das Grandes Invenções

SINOPSE: Como seria o mundo sem uma caneta ou um telemóvel? Este é o livro sobre as grandes invenções que mudaram a nossa vida. Conseguiremos imaginar a emoção de ligar um candeeiro, de contemplar um automóvel, ou de ver um avião a voar pela primeira vez? As grandes invenções podem ter perdido a aura de magia inicial, mas revolucionaram o mundo, a forma como vivemos.
Diz-se que a necessidade aguça o engenho e é a mãe de todas as invenções. Há coisas inventadas por mero acaso, como os raios X, pelo alemão Wilhelm Conrad Röntgen, quando experimentava os raios catódicos, outras nascem de pequenas ideias, mas a maioria delas são fruto de um longo trabalho de aperfeiçoamento.
O Pequeno Livro das Grandes Invenções, com uma prosa leve e divertida, sem nunca desvirtuar a verdade dos factos, descreve a origem de inúmeras invenções, desde a roda até aos dias de hoje.

Visita ao Espaço Eça | Leiria

Ora bem, há uns tempos que ouvi falar do "Espaço Eça", e apesar de até já lá ter passado ao pé, nunca tinha calhado lá entrar. Então lá fui eu visitar o espaço. 

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O Terramoto de Lisboa de 1 de Novembro de 1755


Texto de Luiza Antunes, blog: 360meridianos : Era dia de Todos os Santos e a maioria dos moradores, nobres e plebeus, de uma das principais cidades católicas do mundo, se reuniam pela manhã em Igrejas, acendiam velas e rezavam. Às 9h30 da manhã, a terra começou a tremer. Tremeu tanto que destruiu 85% das construções de Lisboa. Como desgraça pouca é bobagem, alguns dos sobreviventes que estavam na zona portuária da cidade, assistiram espantados a água do mar recuar e alguns minutos mais tarde, ondas de 10 metros invadirem a Baixa. O tsunami não foi suficiente, porém, para apagar todo o fogo que tomou conta da cidade. O incêndio depois do terremoto de Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755, durou cinco dias, sem ninguém para apagar as chamas.

“E agora?”

“Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos”

Ruas da Nazaré | Do terminal rodoviário à Biblioteca de Praia da Nazaré

Em Agosto, salvo erro, pois já não me lembro precisamente do dia, fui visitar a biblioteca municipal da Nazaré, mas aproveitei também para passear pelas suas ruas, como aqui vão poder ver...

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Ruas das Caldas da Rainha | Da Praça da Fruta ao Terminal Rodoviário

Visita a 06 de Outubro de 2018

Já leram a primeira parte deste meio passeio pelas ruas das Caldas da Rainha? Vamos então à segunda parte.

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Ruas das Caldas da Rainha | Do Terminal Rodoviário à Praça da Fruta

Visita a 06 de Outubro de 2018

Desde que o FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos - Óbidos Vila Literária) foi criado, que sempre tive imensa vontade em ir, mas até agora não tinha surgido a oportunidade...

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Opinião: Lendas, Mitos e Ditos de Portugal | Hélder Reis

Mais de 130 histórias curiosas das nossas terras e tradições
SINOPSE: Estórias divertidas de um Portugal cheio de estórias.
Ao longo destes 20 anos como repórter, tenho ouvido tantas estórias dos lugares por onde passo. Delicio-me com as lendas que se transmitem de geração em geração, onde não falta uma pitada de mistério, aplaudo os heróis que, ao longo dos séculos, deram a vida pelo país em batalhas recheadas de mitos e pormenores curiosos, solto uma boa gargalhada com alguns ditos curiosos das terras, emociono-me com o orgulho das pessoas pelo seu passado e, confesso, fico com fome quando me contam as estórias por detrás de alguns pratos tradicionais portugueses.
Neste livro reuni algumas destas estórias que tanta gente boa tem partilhado comigo. Sou um curioso por natureza, logo pesquisei em livros e entrevistei a população local para lhe alguns dos ditos, mitos e lendas do nosso país.
Sabe onde fica a terra que é chamada de penico de Portugal?
De onde vem a expressão andar sempre com o credo na boca?
Já passou pela freguesia Amor, em Leiria?
Conhece a lenda da erra que quase toca nas estrelas, das trutas de ouro, das duas caras de Guimarães, da lenda de São Macário e do Santo António da ilha Terceira?
Já ouviu falar de uma valente discussão que agitou os rios Mondego, Alva e Zêzere?
Estudou os mitos em volta da Batalha de São Mamede ou da chamada Guerra das Laranjas?
E a origem das rabanadas, das cavacas, dos tremoços de que tanto gosto ou da famosa francesinha?

Dia da Mãe - A história e origem

O dia da mãe, como o conhecemos, é essencialmente graças a esta senhora:
Anna M. Jarvis (1864-1948).

Foi uma professora universitária de nacionalidade Norte Americana, que perdeu a sua mãe (Ann Jarvis) em 1905 e entrou em profunda depressão. Preocupadas com tanto sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Anna com uma festa. Mas Anna queria que a homenagem fosse estendida a todas as mães.

A história do Dia da Mãe

Páscoa - Curiosidades, Tradições e História

Foi no Concílio de Nicea (em 325 d.C.) que se fixou que a data da Páscoa se celebraria no primeiro domingo após a primeira Lua Cheia da Primavera, nunca podendo ser antes de 22 de Março nem depois de 25 de Abril. Caso passe o dia 25 de Abril, celebra-se no domingo anterior.

De notar ainda que a terça-feira de Carnaval é 47 dias antes da Páscoa. O Dia da Ascensão, numa quinta-feira, 39 dias depois. O Domingo de Pentecostes, 49 dias depois. O Corpo de Deus, numa quinta-feira, 60 dias depois.

A Páscoa é uma festividade celebrada pelos judeus e pelos cristãos, mas com significados diferentes. Os primeiros celebram a libertação do povo de Israel do Egipto, passando o Mar Vermelho e os segundos evocam a morte e a ressurreição de Jesus Cristo

Vamos então conhecer algumas das tradições da Páscoa por este mundo fora.

Cantar as Janeiras - Origem

O epílogo do ciclo festivo do Natal dá-se com a festa dos Reis que, segundo a Bíblia Sagrada, seriam Gaspar, Baltazar e Belchior, e que vieram do Oriente adorar o Messias, a quem ofereceram ouro, incenso e mirra, guiados pela luz de uma estrela até à gruta de Belém.

As Janeiras são também cantigas de boas-festas ao Menino Jesus e decorrem entre o Natal e os Reis. 
Não é fácil determinar a origem deste costume que leva grupos de músicos e cantores a percorrerem lugar após lugar, habitação após habitação, e a todos saudar com votos de prosperidade para o ano que se inicia. Janeiro, cujo nome provém do deus Jano, foi acrescentado ao calendário por Numa Pompílio, sucessor de Rómulo, personagem histórico-mítico que, segundo Plutarco, teria fundado Roma em 753 a.C. As Janeiras surgem, pois, associadas a Janeiro, o mês que abre o ano. Jano ocupava um lugar muito importante na mitologia romana: o deus tutelar de todos os começos, rege tudo o que regressa ou que se fecha, é o patrono de todos os finais. 

Por tudo isto recebeu dos Romanos duas designações: Jano Patulcius - “aquele que abre”- e Jano Clusius- “aquele que encerra”-. Jano era invocado para afastar das casas os espíritos funestos e não podia deixar de ser invocado no mês de Janeiro.Em sua honra aproveitariam os romanos para se saudarem uns aos outros.

Tudo indica que as janeiras tenham origem nesses cultos pagãos, que o cristianismo não conseguiu apagar.

Em Portugal, cantar as Janeiras, é uma tradição que consiste na reunião de grupos que, cantando de porta em porta, desejam às pessoas um feliz ano novo.

Origem do Bolo Rei


Sabia que o Bolo-Rei já tem perto de 2 mil anos? Bom, pelo menos na origem… Fique por dentro da história do Bolo-Rei e aproveite para saber também a receita. 

Diz a história que teriam sido os três reis magos, Gaspar, Belchior e Baltazar a dar origem ao famoso Bolo-Rei, simbolizando os presentes que os magos levaram ao Menino Jesus aquando do seu nascimento: o ouro, a mirra e o incenso.

De acordo com a simbologia, a côdea simboliza o ouro, as frutas, cristalizadas e secas, representam a mirra; e o aroma do bolo assinala o incenso. Certo é que o bolo, devido às frutas e à forma circular com um buraco no centro, aparenta uma coroa incrustada de pedras preciosas.

Depois, também a fava e o brinde, hoje em desuso alegadamente por questões de segurança alimentar, têm uma explicação tradicional. Segundo a lenda, quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a brindar o Menino. Com vista a acabar com aquela discussão, um padeiro confeccionou um bolo escondendo no seu interior uma fava, para que aquele que a apanhasse fosse o primeiro a entregar o presente. A história não conta no entanto, qual dos três, Gaspar, Baltazar ou Belchior, foi o feliz contemplado.

Origem do Dia dos Reis


O Dia de Reis, que hoje se assinala, está associado ao bolo-rei e ao "cantar das janeiras" e põe fim às festividades de Natal e Ano Novo, tendo origem na Bíblia, o livro sagrado da Igreja Católica.

A bíblia não faz referência a "reis" mas a magos e também não diz quem eram, mas o tempo encarregou-se de afiançar que eram Belchior, Gaspar e Baltazar, que nalgumas culturas têm a mesma representatividade do que o "pai Natal", sendo as renas substituídas pelos camelos, nos quais os tais magos, diz a tradição, iriam montados.

O dia de Reis tem origem numa celebração religiosa baseada no relato contando que três Reis foram guiados por uma estrela para o local de nascimento de um novo Rei, destinado a mudar o mundo, e então dirigem-se a esse local com oferendas. Melchior levou ouro como reconhecimento de realeza do recém-nascido, considerando como um Rei, Gaspar oferece incenso como reconhecimento de divindade, achando-o um Deus, e Baltasar em reconhecimento da sua humanidade, e que representava simbolicamente a imortalidade, oferece-lhe mirra e considera-o como um Profeta. Este ato vem transformar Jesus num Rei, que sofre as vicissitudes conhecidas sendo realmente um rei do sofrimento, sendo que a cora final que lhe é colocada não é uma tradicional em ouro e símbolo do poder, mas uma cora de espinhos e de humilhação. Certo que a vida de Jesus deu origem a uma nova religião que rapidamente se propagou e foi perseguida e mais tarde valorizada e aproveitada. Os caminhos da Igreja com assunção do poder temporal só foram possíveis pela força e, naturalmente, pelas mentalidades da época.

Em alguns locais de Espanha deixam-se sapatos na janela durante a noite com erva para alimentar os camelos dos reis, um gesto premiado com doces no amanhecer de hoje. 

Texto retirado de:

Bandeira de Portugal: Mitos e Factos


A Bandeira de Portugal é um dos Símbolos da Nação que legalmente se chama "República Portuguesa". Por Portugal ser uma Nação quase milenar e por ser um dos Símbolos Nacionais a par do Hino e da Língua, é natural que esteja envolta em alguns Mitos e Lendas. No entanto, irei trazer a realidade dos factos neste Artigo.

Introdução
A História da Bandeira Portuguesa começa com a História da nossa própria Nação, ou seja, com a História do nosso primeiro Rei, D. Afonso Henriques. Ao contrário do que a mitologia indica, D. Afonso Henriques tinha uma relação fantástica com a Mãe por ser a responsável pela sua sobrevivência depois da morte precoce de seu Pai, D. Henrique de Borgonha em Artorga, Reino de Leão.

Nos costumes cristãos da época, quando uma mulher ficava viúva, teria que contrair matrimónio com alguém da sua própria família visto que "bom filho à casa sempre retorna". O único 'solteirão' da família era o tio de D. Teresa que tinha fama de maltratar mulheres. Como D. Afonso detestava o tio-avô e como não queria que a sua mãe fosse sua mulher, D. Afonso fez de tudo para a livrar de tal tortura. Deste modo, nasceu o Reino de Portugal, ou seja, retirando a vassalagem de D. Teresa à Casa de Jiménez e ao Reino de Leão e transitando-a para a Santa Sé e para Deus, D. Teresa já não teria que casar com o tio.

Na célebre Batalha de São Mamede, D. Afonso Henriques e sua Mãe defrontaram em conjunto as tropas da Casa de Jiménez. Como gratidão, D. Afonso nomeia a própria Mãe como Primeira Rainha de Portugal que seria sucedida por D. Mafalda de Saboia. Naturalmente que a Independência de Portugal teve de ser paga ao Papado. O custo da Independência foi de 30 onças de ouro que foram pagas em 6 tranches de 5 onças cada, sendo que as 2 primeiras foram pagas em simultâneo.

Bandeira de Portugal

Dia de São Pedro | Santos Populares

O Dia de São Pedro comemora-se em Portugal a 29 de Junho. Tal como São João e Santo António, São Pedro é um santo popular. É o último santo popular de acordo com as datas, apesar das cantigas populares. Este dia é também conhecido como o dia São Pedro e São Paulo. Julga-se que 29 de Junho é a data do aniversário da morte destes santos.

Tradições de São Pedro
A data é celebrada no mês dos santos populares - Junho - e a tradição manda que a população festeje a data decorando as ruas com várias cores e manjericos. Bailes e marchas populares são organizadas nas ruas e a música está sempre presente.

Na gastronomia, a sardinha assada, o pimento, broa, caldo verde e vinho são os elementos principais da festa.

Festas de São Pedro em Portugal
Algumas cidades celebram o feriado municipal no dia de São Pedro como por exemplo, Póvoa de Varzim, Sintra, Montijo, Évora, Castro Verde, São Pedro do Sul, Seixal, Macedo de Cavaleiros, Ribeira Grande, Felgueiras e Bombarral. Para celebrar o São Pedro com euforia estes são os principais destinos a visitar.
Texto retirado de calendarr

Dia de São João | Santos Populares

Em Portugal, o Dia de São João é celebrado no dia 24 de junho.

São João é, tal como Santo António e São Pedro, um santo popular. É conhecido por ser um santo casamenteiro.

A festa é celebrada em várias localidades portuguesas, mas a cidade onde os festejos são maiores é no Porto, onde o dia 24 de junho é um feriado municipal.

Embora São João Batista seja considerado por muitos o "padroeiro popular" da Invicta, o título oficial de padroeira da cidade do Porto pertence a Nossa Senhora da Vandoma.

Noite de São João

Lenço dos Namorados

É provável que a origem dos "lenços dos namorados" ou "lenços de pedidos" esteja nos lenços senhoris do sec. XVII - XVIII, adaptados depois pelas mulheres do povo, dando-lhe consequentemente um aspecto característico.
Antes de tudo, eles faziam parte integrante do traje feminino e tinham uma função fundamentalmente decorativa. Eram lenços geralmente quadrados, de linho ou algodão, bordados segundo o gosto da bordadeira.
Mas não é enquanto parte integrante do traje feminino que nos interessa o seu estudo, mas a sua outra função, não menos importante, e da qual vem o nome: a conquista do namorado.

A moça quando estava próxima da idade de casar confeccionava o seu lenço bordado a partir dum pano de linho fino que porventura possuía ou dum lenço de algodão que adquiria na feira, dos chamados lenços da tropa.

Tradição: O Manjerico!

Esta pequena planta de cor verde, originária da Índia, pertencente à espécie Ocimum minimum, é mais utilizada noutras regiões do mundo como planta aromática e medicinal.

O Santo António já lá vai, mas à porta está o São João. E convenciou-se que as festas dos Santos Populares rimam com manjericos. Antes de pensar na quadra e na bandeirinha que os ornamentam, é tempo de saber o que fazer para que esta planta aromática tenha uma vida mais longa. 

O manjerico está associado, em Portugal, às festas dos Santos Populares. Quem não conhece a tradição lisboeta de, pelo Santo António, oferecer à sua amada um vaso com um manjerico encimado por uma bandeirinha com uma quadra popular alusiva ao momento? Contudo, esta pequena planta de cor verde, originária da Índia, pertencente à espécie Ocimum minimum, é mais utilizada noutras regiões do mundo como planta aromática e medicinal.

É um parente muito próximo do manjericão, conhecido nos restaurantes italianos por basílico, cujo aroma é parecido ao do manjerico, mas sendo a planta e as folhas bastante maiores. Assim, não é de estranhar que o nosso manjerico tenha também um aroma intenso e característico, que apetece logo cheirar. E aí começam os mitos…

Os Mitos

Dia de Santo António | Santos Populares

O Dia de Santo António é celebrado no dia 13 de junho.

Santo Popular

Santo António é o santo padroeiro da cidade de Lisboa. É conhecido como o santo casamenteiro, sendo o santo a quem os jovens devem pedir ajuda para arranjar namorada(o) e/ou casar.

Este santo também é conhecido como o santo dos pobres e o santo das coisas e das causas perdidas. Sempre que se perde algo, pode-se rezar ao Santo António em auxílio, para este ajudar a encontrar a coisa perdida.

As crianças podem dar uma esmolinha ao Santo António e pedir proteção e saúde.

Santo António nasceu a 15 de agosto de 1195, em Lisboa, e faleceu a 13 de junho de 1231, em Pádua. Foi assim escolhido o dia 13 para a sua celebração.

Tradições de Santo António