Festival Bang | O fim de um dia original

Depois de vos deliciar com os detalhes da primeira parte deste dia original, aqui vamos à última parte de como foi a minha estreia no Festival Bang! 2018


ANAC  – Associação de Cosplay no #FB2018: Nesta segunda edição do Festival Bang! teremos mais uma vez a presença da ANAC –Associação de Cosplay.
O Cosplay, que começou por ser um hobby de jovens que gostavam Manga e Anime, pretende-se que passe a ser entendido como um dos factores de desenvolvimento saudável da juventude e uma Arte Performativa.
Esta arte ao exigir habilidades (ex: costura, carpintaria, modelagem, pintura) que os jovens não dominam, leva a uma aproximação de gerações (avós, pais, tios, etc).
Além destas habilidades, é essencial dar um toque especial àquilo que se fez. Ser igual à personagem é o objectivo, mas há que ser criativo para ser diferente dos outros Cosplayers e nesse sentido, a criatividade é necessária para personalizar os fatos. O Cosplayer tem que desenvolver a teatralidade para conseguir de forma credível e à sua maneira, trazer uma personagem de ficção para a realidade.

Entretanto, a Associação de Cosplay fez a sua aparição, com uma giríssima encenação alusiva a Alice no País das Maravilhas, cuja opinião do livro está aqui no blog.



Depois fizeram uma encenação do anime "Tsubasa Tokyo Revelations", foi muito emocionante! Quando eu conseguir editar os vídeos, partilho convosco :)


Onde já vai o tempo em que eu era uma verdadeira "Otaku", completamente viciada em animes, durante quatro anos, foram a minha vida, que foram os anos em que vivi na Espanha, e lá a riqueza em anime e mangá é maior que em Portugal. Cheguei a iniciar uma fansub e tudo, onde traduzia as legendas para os novos episódios que saiam dos animes que acompanhava....

Mas todos nós, pelo menos a geração infantil e juvenil dos anos 90, fomos viciados em anime, certo?
Fãs de Sailor Moon, Doraemon, Dragon Ball, Pokemón, ...?


Os fatos são feitos à mão, o que os torna ainda mais íntimos, originais e únicos, fantástico!





À semelhança do que teve lugar na primeira edição do Festival Bang! teremos uma exposição com as ilustrações da nova edição especialíssima, dedicada à obra de H. P Lovecraft.








Adoro o pormenor da estátua também ter direito ao "saco das boas-vindas" da Saída de Emergência! :P



Adorei estas canecas, TANTO! Mas caramba, o preço é elevado para mim, eu só pensava que por esse valor e mais uma moeda comprava mais dois livros, por isso não trouxe nenhuma, com muita pena minha....



E haverá pessoal que, não estando habituados aos meus posts super detalhados dos eventos se deve questionar: "mas até as casas de banho mostras?", sim! Faz tudo parte da experiência e dá sempre jeito saber como e onde podemos contar com uma à mão, ou não é verdade? ;)


...são espaçosas...


...com muita claridade, asseadas...


... e o ganchinho para pendurar as coisas que eu gosto tanto, porque se há coisa que eu não suporto é ter de pousar as coisas no chão...


Toda PotterHead pela Friking Leiria :)



Basicamente, estes dois enormes livros ficaram-me a 5€ o conjunto, sendo que o bilhete para o evento me custou 5€ há um par de meses atrás, pois eu comprei mal foram para venda, porque assim fica mais barato, e como recebemos um vale de desconto no valor de 5€, recuperei o valor do bilhete num livro, e por 5€ trouxe outro...


Este foi o meu prémio de consolação por ter comprado uma rifa do Instituto de Magia Português, e não me ter saído prémio nenhum...


Uma demonstração de um combate, pela Silver Blade Academy...


Depois, a sessão “As Raparigas Vão aos Mundos Todos?”, com a Inês Botelho e a Cristina Alves do blogue rascunhos, onde o feminismo e o mundo fantástico voltaram a ser debatidos, com muitas sugestões de leituras....






Boa interacção do público...






Depois, foi a sessão de apresentação do livro Os Contos Mais Arrepiantes de Howard Phillips Lovecraft. 
Com a presença de Bruno Caetano, coordenador artístico do livro e dos ilustradores.
Os Contos Mais Arrepiantes de Howard Phillips Lovecraft - SINOPSE: Edição de luxo de capa dura, com 15 histórias de terror ilustradas por 22 artistas nacionais.
Antes de H. P. Lovecraft, a literatura de horror resumia-se fundamentalmente a vampiros, fantasmas e bruxas. Depois dele, o género nunca mais foi o mesmo. Genial criador de mundos, pai das mais hediondas criaturas cósmicas e de uma Arkham tão real como Lisboa ou Nova Iorque, Lovecraft foi o pioneiro de um horror onde a humanidade é apenas uma centelha de sanidade num vasto universo de maleficência. Uma centelha fugaz que perde esperança de conto para conto.
A sua visão do horror foi de tal forma influente que está presente na obra de Stephen King, Neil Gaiman, Guillermo del Toro, Alan Moore e muitos outros criadores, da literatura ao cinema, da BD à música. Até Stranger Things, a série-sensação do momento, é uma homenagem ao imaginário de Lovecraft.
Nesta edição de colecionador, ilustrada por 22 artistas nacionais, são apresentados os contos mais arrepiantes de Lovecraft, dando-nos a conhecer a evolução do seu estilo narrativo único e consolidando-o como um dos autores mais visionários da literatura americana.
Depois, o acontecimento pelo qual todos esperavam...

Robin Hobb, de nome verdadeiro Margaret Astrid Lindholm Ogden, nasceu em 1952 na Califórnia. Usa o pseudónimo Robin Hobb devido às vendas pouco satisfatórias sob o nome Megan Lindholm.
Tem escrito histórias desde que aprendeu a escrever. Sabia desde tenra idade que queria ser escritora mas era realista o suficiente para saber que muito poucos são capazes de se sustentarem financeiramente apenas através da escrita. Todavia, lutou pelo seu sonho e preparou-se para desempenhar outras profissões enquanto se dedicava à escrita.
Aos nove anos de idade, Robin e a família deixaram Califórnia para viver no Alasca. Foi aqui que conheceu o seu primeiro amigo e companheiro, um híbrido de cão e lobo chamado Bruno, que a acompanhava nas suas explorações nas florestas que rodeavam a sua casa de família. Devido a este modo de vida auto-suficiente e básico, tornou-se especialista em canalização e electricidade.
Depois de se licenciar na Universidade de Denver, regressou ao Alasca e casou-se com um pescador. Foram viver numa pequena ilha na costa do Alasca chamada Kodiak e têm vivido junto ao mar desde então. Autora de doze romances, foi nomeada para os Prémios Hugo e Nébula, mas nunca venceu.
No decurso de dez anos, Robin Hobb teve três filhos e nesse tempo conseguiu também continuar a escrever histórias e enviá-las para revistas. Em 1982, publicou o seu primeiro livro, HARPY’S FLIGHT e seguiram-se três outros livros com as mesmas personagens. Estas obras foram escritas com o pseudónimo Megan Lindholm e embora tivessem obtido críticas positivas da parte dos leitores e críticos, a fama e fortuna ainda estavam muito distantes. Depois de várias colaborações e outras obras publicadas, decidiu sentar-se e começar a escrever algo diferente, um livro que ia escrevendo sob o nome “Bastardo de Cavalaria”, e que era contado na primeira pessoa, uma técnica pouco comum. Foi por esta altura, em conversa com o seu agente, que decidiu criar um novo nome que se adequasse a este novo estilo de escrita – o andrógino Robin Hobb foi escolhido, pois Robin tanto podia ser o nome de um homem ou de uma mulher e Hobb era usado devido à sua semelhança com personagens de fantasia como Hobbits e Hobgoblins.
A série de fantasia mais popular de Robin Hobb é A SAGA DO ASSASSINO. A ideia para a trilogia surgiu num pedaço de papel que conservava numa gaveta, dizia simplesmente “E se a magia fosse viciante?” e “E se a magia fosse destrutiva ou degenerativa?”. Constituída por três volumes, o enredo segue as aventuras de um assassino treinado de nome Fitz. A trilogia iniciou-se com APRENDIZ DE ASSASSINO, publicado em 1995, seguido por ROYAL ASSASSIN em 1996 e ASSASSIN’S QUEST em 1997. A SAGA DO ASSASSINO catapultou Robin Hobb para a fama e sucesso.



Ainda durou uma hora e qualquer coisa esta sessão, com muitos fãs entusiasmados, muitas perguntas, muito inglês se falou, o que me continua a fascinar nestes eventos a que tenho ido, em como os ´tugas se desenrascam bem... :)



Olhem para todos os lados da foto, que em todo os lados podem ver a fila que estava, e aqui nem se vê a fila que estava na parte de fora!


Entretanto ainda fui jantar na avenida, e apanhei o metro na Marquês de Pombal até Sete Rios...


Troquei o meu bilhete para apanhar o autocarro mais cedo, como já vos ensinei aqui.


E pouco depois chegou o autocarro que me levou até casa...


Eu apareço neste vídeo, com um destaque ainda jeitoso, se bem que de perfil, e ainda por cima nem sequer é o meu melhor perfil, mas pronto... será que me conseguem descobrir aqui? :)

Textos e vídeos introdutivos dos convidados do evento, em citação, do site da saída de emergência.

12 comentários:

  1. Onde está Wally? (neste caso, Liliana). Não te vi. Um evento com muito público. Também adorei as canetas (ainda não tinha visto o teu comentário e já estava a dizer para mim que as queria).

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    1. Eu apareço nos segundos 44 ao 46, num perfil estranho, mas é o meu, e para não variar, toda vestida de ganga e a tirar bué fotos :P

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  2. Um dia bem passado não haja dúvida. Gostei imenso das ilustrações dedicadas à obra de H. P Lovecraft. Muito bom mesmo! :)

    Obrigada por partilhares como foi o festival bang connosco. :)
    Beijinhos,
    Sónia Carvalho

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  3. Respostas
    1. É sempre um prazer partilhar estes dias fantásticos convosco :D

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  4. Um festival onde quase tudo é desconhecido para mim,mas muito interessante.
    Linda Liliana no video aos 0:45 ;)

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