Opinião Filme: Klaus | Netflix

SINOPSE: Jesper é considerado o pior aluno na escola para carteiros e é enviado para Smeerensburg, uma ilha gelada sob o Círculo Polar Ártico, onde os habitantes mal trocam duas palavras, quanto mais uma carta. Jesper está prestes a desistir quando conhece a professora Alva. Também descobre Klaus, um misterioso carpinteiro que vive sozinho numa cabana cheia de brinquedos feitos à mão. Estas amizades improváveis fazem com que as gargalhadas regressem a Smeerensburg, criando assim um novo legado de vizinhos generosos, tradições mágicas e meias carinhosamente penduradas na chaminé.

Sinceramente, só comecei a ver este filme porque o Netflix não parava de me chatear com isto, literalmente... desde enviar e-mails, a aparecer-me o thriller sempre que eu acabava de ver um filme ou série, ou mal ligava o Netflix, sempre a mesma recomendação, parecia que estava mesmo a gritar "VÊ ISTO!" e então eu vi, e ainda bem pois não tinha nenhum interesse em ver, porque sinceramente, ando um bocado farta de filmes sobre o natal e ainda mais sobre o pai natal, mas este filme ganha o prémio do mais divertido e original de todos!!

Vai ser quase impossível terminar de ver este filme sem um sorriso e uma lagrimazita teimosa no canto do olho, até mesmo para os mais insensíveis, como eu. Adorei tudo no filme, o facto de ser passado num ambiente quase vitoriano, numa localidade insípida: Smeerensburg, uma ilha gelada sob o Círculo Polar Ártico, com personagens que me fizeram lembrar imenso os filmes do Tim Burton, personagens sinistras e mórbidas em contraste com outras, mais coloridas, com uma tremenda analogia ao conflito Hatfield-McCoy, a mistura do clássico com o contemporâneo, cenas clássicas com músicas estilo rap e outras da actualidade, que dá um toque sinceramente divertido e original ao enredo, e que assim capta sorrisos e gargalhadas!

TRAILER

Este filme tem tudo, não deixou nada ao acaso para explicar como surgiu a lenda do pai natal e respectivas tradições: desde o trenó e renas voadoras, aos ajudantes do pai natal, o descer da chaminé, as bolachas e leite, as meias na lareira, ... e tudo começa com uma carta! Uma carta para um carteiro tremendamente mimado, que está habituado a ter tudo quanto quer e não fazer nada, e é desterrado para uma ilha gelada, onde se cruza com imensas personagens caricatas, sendo uma das minhas preferidas o barqueiro, uma professora peixeira que nada ensina, o terrorífico lenhador, esquimós escandinavos coloridos, e muita variedade de crianças oprimidas, e adultos em eterno conflito,... este filme retrata o impacto que uma única pessoa pode ter numa comunidade pequena... e como todos nós podemos fazer a diferença... 
"Um acto sincero e generoso, desencadeia sempre outro."
Um filme mais do que excelente para ver em família nas festividades natalícias! 

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