SINOPSE: Um mistério, um crime não resolvido e uma personagem inesquecível: Maud.
Maud está convencida de que a amiga desapareceu, mas ninguém acredita nela. Tem cerca de 80 anos e o seu contacto com a realidade não é o mesmo de outros tempos. Existem pedaços de papel por toda a casa: listas de compras e de receitas, números de telefone, notas sobre coisas que aconteceram. É a memória em papel que impede Maud de esquecer as coisas. De repente, nas mãos de Maud encontra-se uma nota com uma mensagem simples: «Elizabeth desapareceu.». É a sua letra, mas não se recorda de a ter escrito. O que aconteceu?
Maud está certa de que a amiga corre perigo.
Opinião: A Elizabeth Desapareceu | Emma Healey
Etiquetas:
90%,
drama,
Emma Healey,
idosos na literatura,
II grande guerra,
mistério,
opinião livro
Cantar as Janeiras - Origem
O epílogo do ciclo festivo do Natal dá-se com a festa dos Reis que, segundo a Bíblia Sagrada, seriam Gaspar, Baltazar e Belchior, e que vieram do Oriente adorar o Messias, a quem ofereceram ouro, incenso e mirra, guiados pela luz de uma estrela até à gruta de Belém.
As Janeiras são também cantigas de boas-festas ao Menino Jesus e decorrem entre o Natal e os Reis.
Não é fácil determinar a origem deste costume que leva grupos de músicos e cantores a percorrerem lugar após lugar, habitação após habitação, e a todos saudar com votos de prosperidade para o ano que se inicia. Janeiro, cujo nome provém do deus Jano, foi acrescentado ao calendário por Numa Pompílio, sucessor de Rómulo, personagem histórico-mítico que, segundo Plutarco, teria fundado Roma em 753 a.C. As Janeiras surgem, pois, associadas a Janeiro, o mês que abre o ano. Jano ocupava um lugar muito importante na mitologia romana: o deus tutelar de todos os começos, rege tudo o que regressa ou que se fecha, é o patrono de todos os finais.
Por tudo isto recebeu dos Romanos duas designações: Jano Patulcius - “aquele que abre”- e Jano Clusius- “aquele que encerra”-. Jano era invocado para afastar das casas os espíritos funestos e não podia deixar de ser invocado no mês de Janeiro.Em sua honra aproveitariam os romanos para se saudarem uns aos outros.
Tudo indica que as janeiras tenham origem nesses cultos pagãos, que o cristianismo não conseguiu apagar.
Em Portugal, cantar as Janeiras, é uma tradição que consiste na reunião de grupos que, cantando de porta em porta, desejam às pessoas um feliz ano novo.
Etiquetas:
Cultura,
dia dos reis,
Portugal
Origem do Bolo Rei
Sabia que o Bolo-Rei já tem perto de 2 mil anos? Bom, pelo menos na origem… Fique por dentro da história do Bolo-Rei e aproveite para saber também a receita.
Diz a história que teriam sido os três reis magos, Gaspar, Belchior e Baltazar a dar origem ao famoso Bolo-Rei, simbolizando os presentes que os magos levaram ao Menino Jesus aquando do seu nascimento: o ouro, a mirra e o incenso.
De acordo com a simbologia, a côdea simboliza o ouro, as frutas, cristalizadas e secas, representam a mirra; e o aroma do bolo assinala o incenso. Certo é que o bolo, devido às frutas e à forma circular com um buraco no centro, aparenta uma coroa incrustada de pedras preciosas.
Depois, também a fava e o brinde, hoje em desuso alegadamente por questões de segurança alimentar, têm uma explicação tradicional. Segundo a lenda, quando os Reis Magos viram a estrela que anunciava o nascimento de Jesus, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a brindar o Menino. Com vista a acabar com aquela discussão, um padeiro confeccionou um bolo escondendo no seu interior uma fava, para que aquele que a apanhasse fosse o primeiro a entregar o presente. A história não conta no entanto, qual dos três, Gaspar, Baltazar ou Belchior, foi o feliz contemplado.
Origem do Dia dos Reis
O Dia de Reis, que hoje se assinala, está associado ao bolo-rei e ao "cantar das janeiras" e põe fim às festividades de Natal e Ano Novo, tendo origem na Bíblia, o livro sagrado da Igreja Católica.
A bíblia não faz referência a "reis" mas a magos e também não diz quem eram, mas o tempo encarregou-se de afiançar que eram Belchior, Gaspar e Baltazar, que nalgumas culturas têm a mesma representatividade do que o "pai Natal", sendo as renas substituídas pelos camelos, nos quais os tais magos, diz a tradição, iriam montados.
O dia de Reis tem origem numa celebração religiosa baseada no relato contando que três Reis foram guiados por uma estrela para o local de nascimento de um novo Rei, destinado a mudar o mundo, e então dirigem-se a esse local com oferendas. Melchior levou ouro como reconhecimento de realeza do recém-nascido, considerando como um Rei, Gaspar oferece incenso como reconhecimento de divindade, achando-o um Deus, e Baltasar em reconhecimento da sua humanidade, e que representava simbolicamente a imortalidade, oferece-lhe mirra e considera-o como um Profeta. Este ato vem transformar Jesus num Rei, que sofre as vicissitudes conhecidas sendo realmente um rei do sofrimento, sendo que a cora final que lhe é colocada não é uma tradicional em ouro e símbolo do poder, mas uma cora de espinhos e de humilhação. Certo que a vida de Jesus deu origem a uma nova religião que rapidamente se propagou e foi perseguida e mais tarde valorizada e aproveitada. Os caminhos da Igreja com assunção do poder temporal só foram possíveis pela força e, naturalmente, pelas mentalidades da época.
Em alguns locais de Espanha deixam-se sapatos na janela durante a noite com erva para alimentar os camelos dos reis, um gesto premiado com doces no amanhecer de hoje.
Texto retirado de:
Opinião: Carlota e o Gato Pinky | Carolina Sousa
SINOPSE: ‘Carlota e o Gato Pinky’ pretende ser uma coleção onde o Gato Pinky vai contando histórias, divertidas mas verdadeiras, à sua amiga Carlota, uma menina de 7 anos.
‘A História dos Gatos’ é o primeiro livro, e aqui o gato conta as aventuras e desventuras da sua espécie ao longo dos tempos, até chegar aos nossos dias.
Sabias que os gatos já foram tratados como deuses no tempo do Antigo Egito?
Que já foram associados a bruxas na Idade Média e muito maltratados por isso?
Já te contaram que foram eles que ajudaram a Humanidade a acabar com a peste, uma doença que matava muitas pessoas?
Felizmente, aprendemos a respeitar cada vez mais os animais, e hoje em dia muitos gatos fazem parte da nossa vida e da nossa família.
Quantas vezes não demos já uma sonora gargalhada ao observarmos como a sua natural curiosidade os coloca em situações caricatas, nos espantámos com a sua agilidade e nos derretemos com a sua carinhosa 'turrinha'?!
Etiquetas:
90%,
animais de estimação,
Carolina Sousa,
Edições Vieira da Silva,
gatos,
infantil,
opinião livro
[Desafio Literário 2018] Desafio de leitura - Manta de Histórias | 2018
Até agora nunca cumpri nenhum desafio, este ano decidi tentar a sério. Vamos lá ver como vai correr...
O desafio que escolhi foi criado pela autora do blog Manta de Histórias e consiste em ler um livro para cada uma das 32 categorias. Ao concluirmos os 32 pontos, podemos depois repetir os pontos que mais nos agradaram, ou no caso de não conseguirmos cumprir algum ponto por algum motivo, por exemplo, no meu caso não estou a contar cumprir com ler um ebook, pois só leio em formato papel, podemos repetir um dos pontos para compensar.
Após cada leitura, partilhar nas redes sociais com a seguinte hashtag:
#desafiodeleituramantadehistorias18
Após cada leitura, partilhar nas redes sociais com a seguinte hashtag:
#desafiodeleituramantadehistorias18
Já cumpri um dos pontos, "um livro num dia", vamos lá ver como vão correr os próximos!
E vocês, vão tentar cumprir algum desafio literário este ano? :)
Opinião: Os 100 Segredos das Pessoas Felizes | David Niven
SINOPSE: O que nos faz felizes ou infelizes? Todos julgamos saber - às vezes - e todos nos enganamos - a maior parte das vezes. Será que os cientistas podem dar uma ajuda?
Na verdade, a literatura científica está cheia de artigos sobre felicidade, mas o tipo de linguagem utilizado nem sempre é acessível como seria desejável.
Essa a razão por que um investigador reputado, David Niven, consagrou uma boa parte do seu tempo a investigar milhares de publicações, para tentar encontrar, dir-se-ia, a essência da felicidade, encarada sob o ponto de vista científico. Agora, sim, é possível confirmar o que já suspeitávamos: ser feliz não depende do acaso, e pode ser muito influenciado pela nossa atitude de vida.
* ACREDITE EM SI: Em qualquer idade ou classe social, acreditar nas nossas próprias capacidades aumenta a satisfação de vida em cerca de 40%.
* DESLIGUE A TELEVISÃO: Ver TV a mais pode chegar a triplicar o nosso apetite por bens materiais, e a reduzir a nossa satisfação pessoal em cerca de 5% - por cada hora diária passada frente ao ecrã.
* APRECIE O QUE TEM: Quem mais tem é menos feliz, em termos de probabilidade, do que quem menos tem.
* NÃO SE ESQUEÇA DE SE DIVERTIR: Saber divertir-se é um dever - e um dos cinco factores mais importantes numa vida plena de satisfação. Quem o faz beneficia de uma probabilidade 20% superior de se sentir feliz no dia-a dia, e 36% superior de se sentir confortável com a idade que tem.
Etiquetas:
100%,
auto-ajuda,
Editora Gradiva,
opinião livro
Subscrever:
Mensagens (Atom)











