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Dia de São Pedro | Santos Populares

O Dia de São Pedro comemora-se em Portugal a 29 de Junho. Tal como São João e Santo António, São Pedro é um santo popular. É o último santo popular de acordo com as datas, apesar das cantigas populares. Este dia é também conhecido como o dia São Pedro e São Paulo. Julga-se que 29 de Junho é a data do aniversário da morte destes santos.

Tradições de São Pedro
A data é celebrada no mês dos santos populares - Junho - e a tradição manda que a população festeje a data decorando as ruas com várias cores e manjericos. Bailes e marchas populares são organizadas nas ruas e a música está sempre presente.

Na gastronomia, a sardinha assada, o pimento, broa, caldo verde e vinho são os elementos principais da festa.

Festas de São Pedro em Portugal
Algumas cidades celebram o feriado municipal no dia de São Pedro como por exemplo, Póvoa de Varzim, Sintra, Montijo, Évora, Castro Verde, São Pedro do Sul, Seixal, Macedo de Cavaleiros, Ribeira Grande, Felgueiras e Bombarral. Para celebrar o São Pedro com euforia estes são os principais destinos a visitar.
Texto retirado de calendarr

Dia de São João | Santos Populares

Em Portugal, o Dia de São João é celebrado no dia 24 de junho.

São João é, tal como Santo António e São Pedro, um santo popular. É conhecido por ser um santo casamenteiro.

A festa é celebrada em várias localidades portuguesas, mas a cidade onde os festejos são maiores é no Porto, onde o dia 24 de junho é um feriado municipal.

Embora São João Batista seja considerado por muitos o "padroeiro popular" da Invicta, o título oficial de padroeira da cidade do Porto pertence a Nossa Senhora da Vandoma.

Noite de São João

Lenço dos Namorados

É provável que a origem dos "lenços dos namorados" ou "lenços de pedidos" esteja nos lenços senhoris do sec. XVII - XVIII, adaptados depois pelas mulheres do povo, dando-lhe consequentemente um aspecto característico.
Antes de tudo, eles faziam parte integrante do traje feminino e tinham uma função fundamentalmente decorativa. Eram lenços geralmente quadrados, de linho ou algodão, bordados segundo o gosto da bordadeira.
Mas não é enquanto parte integrante do traje feminino que nos interessa o seu estudo, mas a sua outra função, não menos importante, e da qual vem o nome: a conquista do namorado.

A moça quando estava próxima da idade de casar confeccionava o seu lenço bordado a partir dum pano de linho fino que porventura possuía ou dum lenço de algodão que adquiria na feira, dos chamados lenços da tropa.

Tradição: O Manjerico!

Esta pequena planta de cor verde, originária da Índia, pertencente à espécie Ocimum minimum, é mais utilizada noutras regiões do mundo como planta aromática e medicinal.

O Santo António já lá vai, mas à porta está o São João. E convenciou-se que as festas dos Santos Populares rimam com manjericos. Antes de pensar na quadra e na bandeirinha que os ornamentam, é tempo de saber o que fazer para que esta planta aromática tenha uma vida mais longa. 

O manjerico está associado, em Portugal, às festas dos Santos Populares. Quem não conhece a tradição lisboeta de, pelo Santo António, oferecer à sua amada um vaso com um manjerico encimado por uma bandeirinha com uma quadra popular alusiva ao momento? Contudo, esta pequena planta de cor verde, originária da Índia, pertencente à espécie Ocimum minimum, é mais utilizada noutras regiões do mundo como planta aromática e medicinal.

É um parente muito próximo do manjericão, conhecido nos restaurantes italianos por basílico, cujo aroma é parecido ao do manjerico, mas sendo a planta e as folhas bastante maiores. Assim, não é de estranhar que o nosso manjerico tenha também um aroma intenso e característico, que apetece logo cheirar. E aí começam os mitos…

Os Mitos

Dia de Santo António | Santos Populares

O Dia de Santo António é celebrado no dia 13 de junho.

Santo Popular

Santo António é o santo padroeiro da cidade de Lisboa. É conhecido como o santo casamenteiro, sendo o santo a quem os jovens devem pedir ajuda para arranjar namorada(o) e/ou casar.

Este santo também é conhecido como o santo dos pobres e o santo das coisas e das causas perdidas. Sempre que se perde algo, pode-se rezar ao Santo António em auxílio, para este ajudar a encontrar a coisa perdida.

As crianças podem dar uma esmolinha ao Santo António e pedir proteção e saúde.

Santo António nasceu a 15 de agosto de 1195, em Lisboa, e faleceu a 13 de junho de 1231, em Pádua. Foi assim escolhido o dia 13 para a sua celebração.

Tradições de Santo António

Fernando Pessoa

Biblioteca Municipal Camões - Lisboa
Nasceu Fernando António Nogueira Pessoa em Lisboa, no dia 13 de Junho de 1888, filho de Maria Madalena Pinheiro Nogueira e de Joaquim de Seabra Pessoa.
Fernando Pessoa, um dos expoentes máximos do modernismo no século XX, considerava-se a si mesmo um «nacionalista místico».

A juventude é passada em Lisboa, alegremente, até à morte do pai em 1893 e do irmão Jorge no ano seguinte. Estes acontecimentos, em conjunto com o facto de sua mãe ter conhecido o cônsul de Portugal em Durban, levam-no a viajar para a África do Sul. Aí vive entre 1896 e 1905. À vivência nesse país da Commonwealth pode atribuir-se uma influência decisiva ao nível cultural e intelectual, pondo-o em contacto com os grandes autores de língua inglesa.

O Regresso a Portugal, com 17 anos, é feito com o intuito de frequentar o curso de Letras. Viveu primeiro com uma tia, na rua de S. Bento e depois com a avó paterna, na Rua da Bela Vista à Lapa. Mas com o fracasso do curso (frequentou-o poucos meses), governa-se apenas com o seu grande conhecimento da língua inglesa, trabalhando com diversos escritórios em Lisboa em assuntos de correspondência comercial.

História do Escudo

Sabias que a moeda é uma das coisas mais importantes para distinguir um país? Se o país tem uma economia sólida, a sua moeda, ou seja, o seu dinheiro, vale bastante para trocas (compras e vendas de produtos) com os outros países. 

A moeda da monarquia (o Real) era considerada fraca, por isso desapareceu e deu lugar a uma nova moeda, o Escudo.

Ainda hoje podes ouvir pessoas com alguma idade dizerem quantias em dinheiro como: "10 mil réis" (= 10 escudos) ou "30 mil réis" (= 30 escudos).
Até a Carochinha encontrou 10 réis a varrer a cozinha! 
Tudo isto são lembranças desse tempo! 
Essa passagem de Real para Escudo deu-se com as mudanças originadas pela Implantação da República, de que já deves ter ouvido falar.

Como se mudou totalmente a forma de governo, achou-se que se deviam mudar também as coisas que tinham ligação com a Monarquia, e a moeda foi uma delas. 

É curioso notar que o próprio Escudo também desapareceu a 31 de Dezembro de 2001, já que em 2002 foi substituído pela moeda da União Europeia, o Euro. 
Assim, a Europa juntou-se quase toda para ficar com uma moeda importante na economia mundial. 

Infelizmente, perdeu-se um dos nossos símbolos nacionais:

As Aventuras de Camões

Pouco se sabe sobre a vida de Camões. Ninguém tem muitas certezas sobre o sítio onde nasceu ou mesmo o ano certo do seu aniversário. 

Como não foi reconhecido enquanto era vivo, pouco se conhece sobre ele. Do pouco que se descobriu, uma coisa é certa: foi um grande aventureiro! 

Pensa-se que nasceu ou em Lisboa ou em Coimbra entre 1524 e 1525. Não tinha muito dinheiro e por isso viveu com um tio em Coimbra, onde estudou humanidades: a nossa Língua, Literatura e História. 

Parece que foi um pequeno poeta na corte de Dom João III, mas era incapaz de estar parado, além de ser um grande namoradeiro! Nenhuma miúda escapava aos seus olhares e «conversa»... 

Em 1549 partiu para Ceuta (África) em busca de aventura e juntou-se ao exército na luta contra os Mouros! 

Sabias que foi durante uma grande batalha que perdeu o seu olho direito? Por isso o vemos retratado com uma pala, como os piratas... 

10 de Junho • Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas celebra a data de 10 de Junho de 1580, data da morte de Camões, sendo também este o dia dedicado ao Santo Anjo da Guarda de Portugal.

Durante o Estado Novo, de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974, era celebrado como o Dia da Raça: a raça portuguesa ou as portuguesas e portugueses.

Origens

Joalharia Tradicional Portuguesa – Uma Jóia Preciosa

A Joalharia Portuguesa, uma preciosidade em pormenores e nos temas tratados, é uma jóia dos Produtos Tradicionais Portugueses e particularmente do Artesanato Tradicional Português.

O termo joalharia deriva do idioma francês jouel, que igualmente sofreu a anglicanização em meados do século XIII. Pesquisando em tempos mais remotos é possível encontrar também o termo jocale, que designa um objecto de brincar.

A joalharia é também, uma antiquíssima Tradição Portuguesa, uma arte que se propagou de braço dado com a história de Portugal.

Desde o século XV, no decorrer das magníficas epopeias marítimas, as pedras e metais preciosos, como os diamantes de Angola, ouro do Brasil e outros materiais valiosos, faziam parte das rotas das matérias primas e produtos que eram trazidos dos territórios a Oriente para Portugal.

Estes materiais eram utilizados pelos ourives em jóias e em peças de arte sacra, como as magníficas custódias tradicionais.

O Brasil teve no século XVIII a época do ouro mais importante, o qual tornou ainda mais rica a joalharia portuguesa, a qual passou a  produzir peças de arte de luxo, como ostentação de riqueza nacional.

Nesta conjuntura de riqueza, a joalharia portuguesa conheceu um estímulo extraordinário, o que originou que a arte dos mestres ourives fosse muito valorizada, os quais passaram a usufruir de uma condição social elevada e de grande reputação e influência junto dos pólos da aristocracia europeia.

A arte maravilhosa dos ourives portugueses pode ser contemplada em diversas igrejas e  museus, onde magníficas custódias competem em riqueza ornamental com jóias e peças de decoração executadas em metais nobres e pedrarias.

O percurso notável da joalharia portuguesa pode ser seguido em colecções expostas no Museu Nacional de Arte Antiga e museus de Évora, Coimbra e Guimarães.

Tapetes de Arraiolos

Tapetes de Arraiolos, uma Tradição Portuguesa viva e prova da existência de produtos tradicionais portugueses de qualidade bordados à mão, da vila alentejana que os baptiza. Os tapetes de Arraiolos são únicos e sem iguais em qualquer parte do mundo.

Tratam-se de produtos têxteis tradicionais portugueses genuínos, trazendo consigo um legado de Portugal, onde se nota a ascendência oriental nos seus fundamentos estruturais e decorativos, mas onde se combina igualmente o conhecimento local do bordar, pela utilização do ponto cruzado oblíquo.

Artesanato Tradicional Português

O Artesanato Português tem uma forte ligação à cultura popular e é muito característico das zonas rurais, onde as tradições permanecem vivas, essencialmente transmitidas de forma oral de geração em geração.

Cada região tem o seu artesanato tradicional e peculiar, de acordo com o modo de viver das gentes locais, e no seu todo constituem a beleza policromática que deslumbra os turistas, que andam sempre à procura de uma peça tradicional quando visitam Portugal.

O artesanato é uma riqueza da tradição portuguesa, destacando-se a  joalharia, a  tapeçaria, as  rendas, os  bordados, a tecelagem, a cestaria e a  cerâmica pintada.

Nos últimos anos, em função de uma ligação mais estreita com o design, o artesanato português urbano tem associado a produção manual a um visual mais moderno e adaptado ao estilo actual. Existem nos dias de hoje, muitos artesãos de negócios de pequena dimensão, os quais abastecem a demanda crescente destes produtos tradicionais portugueses, assim como lojas vocacionadas para o artesanato português.

A joalharia, a porcelana e a faiança, sectores tradicionais do artesanato português de primeira linha, apresentam produtos tradicionais portugueses vincados pela qualidade de uma tradição secular de braço dado com o design actual.

O artesanato português, bem como outras manifestações de ordem cultural, evoluiu com a própria sociedade portuguesa e é actualmente motivo de um reinventar constante, como o artesanato urbano.

Artesanato Português Regional – peças de arte com memória

Os 15 Melhores Livros Portugueses de Sempre

Artigo do site ncultura
Com uma imensidão de obras para escolher, com uma literatura tão rica e tão variada, fazer uma selecção deste género será sempre injusta e sujeita a subjectividade. No entanto, a lista foi elaborada tendo por base a crítica internacional, os prémios recebidos e o impacto que cada obra em questão teve na literatura portuguesa.

1. Mensagem – Fernando Pessoa
Os 44 poemas de Fernando Pessoa foram publicados um ano antes da morte do poeta, em 1935. O livro evoca os Descobrimentos portugueses, estando dividido em três partes.

2. Os Maias – Eça de Queirós
A história do amor entre Carlos da Maia e Maria Eduarda, publicada em 1888, faz parte das memórias de muitos alunos portugueses. É considerado uma das maiores obras da literatura portuguesa.

3. Os Lusíadas – Luís Vaz de Camões
Os Lusíadas é uma obra poética do escritor Luís Vaz de Camões, considerada a epopeia portuguesa por excelência. Provavelmente concluída em 1556, foi publicada pela primeira vez em 1572 no período literário do classicismo, três anos após o regresso do autor do Oriente.

4. Memorial do Convento – José Saramago
Memorial do Convento é um romance de José Saramago, conhecido internacionalmente, publicado pela primeira vez em Outubro de 1982. A acção decorre no início do século XVIII, durante o reinado de D. João V e da Inquisição. Este rei absolutista, graças à grande quantidade de ouro e de diamantes vindos do Brasil, mandou construir o magnânimo Palácio Nacional de Mafra, mais conhecido por convento, em resultado de uma promessa que fez para garantir a sucessão do trono.

5. Auto da Barca do Inferno – Gil Vicente
Nesta peça de Gil Vicente, poucas personagens escapam ao Inferno. A crítica mordaz que o dramaturgo faz da sociedade terá sido representada pela primeira vez em 1517.

6. O crime do Padre Amaro – Eça de Queirós
Trata do romance entre Amaro e a jovem Amélia, que surge num ambiente em que o próprio papel da religião é alvo de grandes discussões e a moralidade de cada um é posta à prova. Enquanto a trágica história de amor se desenvolve, personagens secundários travam instigantes debates sobre o papel da fé.

Lisboa: a misteriosa fonte das 40 bicas

 Este é o mais antigo jardim botânico de Portugal mandado plantar em 1768 por Sebastião Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, ao italiano Domingos Vandelli, natural de Pádua, e chamou-se originalmente Real Jardim Botânico da Ajuda. Foi o rei D. José I quem encomendou ao Marquês a criação desta maravilha botânica destinada à educação dos príncipes seus filhos e da corte, plantando-a neste sítio já de si milagroso por a Virgem ter aparecido a um pastor que padecia grande contrariedade e Ela ajudou-o, e para sempre o seu nome ficou ligado a este bairro ocidental de Lisboa: Nossa Senhora da Ajuda. À mesma Virgem assistencial se consagrou este jardim e a maior prova de assim ser revela-se no simbolismo da enigmática fonte das 40 bicas, situada no tabuleiro inferior deste espaço edénico.

A 15 de Dezembro de 1640, D. João IV é coroado rei de Portugal, dando origem à dinastia dos Braganças


Neste dia, em 1640, D. João IV é coroado rei de Portugal, dando origem à dinastia dos Braganças. 
Qual acha que foi a melhor dinastia portuguesa?
Depois da revolta de 1 de Dezembro liderada por vários nobres portugueses, contra os representantes espanhóis, D. João IV dá origem a uma nova dinastia, terminando com a união das coroas de Portugal e Espanha, que marcou o período filipino. Reinará até à sua morte em 1656, sendo sucedido pelo seu filho Afonso VI.

13 de Dezembro de 1521 - Morreu o rei D. Manuel I


Neste dia, em 1521, morreu o rei D. Manuel I, cognominado de o Venturoso. Acha que foi o melhor rei de Portugal ou o mais afortunado?

Não estava destinado a ser rei, mas herdou o trono do seu primo D. João II. Ficou ligado a uma época de grande expansão do império português, com a descoberta do caminho marítimo para a Índia, do Brasil, entre outros, dando o nome ao estilo arquitectónico da sua época, o manuelino. Foi no seu reinado que se introduz, em Portugal, a Inquisição.
In Canal História
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Pessoalmente, se foi o responsável por introduzir a inquisição em Portugal, não considero nem de perto o melhor rei de Portugal, considero até o oposto. Além disso dentro daquilo que sei, não ganhou grandes guerras, não fez grandes feitos, não chega sequer aos pés de D. Afonso Henriques entre outros, bem melhores e mais patriotas, por isso se tiver de ser considerado algo, sem dúvida será "afortunado", mas nada mais que isso...
E vocês? Que acham?

Lenda da ponte da Mizarela


Segundo a lenda local, esta ponte foi construída pelo próprio Diabo: Havia um mau homem em terras de Além Douro, a quem a justiça encarniçadamente perseguia por vários crimes e que sempre escapava, como conhecedor que era dos esconderijos proporcionados pela natureza. Apertado, porém, muito de perto, embrenhou-se um dia no sertão e, transviado, achou-se de repente à borda de uma ribeira torrencial, em sítio alpestre e medonho, pelo alcantilado dos penedos e pelo fragor das águas que ali se despenhavam em furiosa catadupa.

Lenda da Padeira de Aljubarrota


Brites de Almeida, a Padeira de Aljubarrota, foi uma figura lendária e heroína portuguesa, cujo nome anda associado à vitória dos portugueses, contra as forças castelhanas, na batalha de Aljubarrota (1385). Com a sua pá de padeira, teria morto sete castelhanos que encontrara escondidos num forno. Brites de Almeida teria nascido em Faro, em 1350, de pais pobres e de condição humilde, donos de uma pequena taberna.

Lenda da fundação de Lisboa


Há muito, muito tempo atrás, existiu um reino conhecido pelo nome de Ofiusa. Esta terra localizava-se em um lugar distante, próximo a um grande mar oceano pouco conhecido. Ofiusa, segundo dizem, significa Terra de Serpentes. Este reino era governado por uma rainha, meio mulher, meio serpente. Contam que tinha um olhar feiticeiro e voz meiga, jeito de menina com incrível poder de sedução. A rainha tinha o hábito de subir ao alto de um monte e gritar ao vento, para depois ouvir sua própria voz no eco: Este é o meu reino! Só eu governo aqui, mais ninguém! Nenhum ser humano se atreverá a por aqui os pés: ai de quem ousar, pois, as minhas serpentes, não o deixarão respirar um minuto sequer!

Lenda dos Alfacinhas


Existem várias teorias que tentam explicar a razão pela qual os habitantes de Lisboa são chamados de Alfacinhas.